<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356</id><updated>2011-08-10T13:12:10.767-07:00</updated><category term='Supremo Tribunal Federal'/><category term='BDJur-Biblioteca Digital Jurídica'/><category term='Ação Direta de Inconstitucionalidade'/><category term='Semana da Conciliação'/><category term='Youtube'/><category term='Projeto de novo Código de Processo Civil'/><category term='Mensalão de Brasília'/><category term='Passe livre'/><category term='PEC 341-2009'/><category term='Brasília'/><category term='Direito Constitucional'/><category term='Ministério Público Federal'/><category term='Processo Constitucional'/><category term='Superior Tribunal de Justiça'/><category term='Súmulas Vinculantes'/><category term='Constituição da República Federativa do Brasil'/><category term='Tribunal Regional do Trabalho - 8.ª Região'/><category term='Ação Civil Pública'/><category term='Polícia Federal'/><category term='Direito Processual Civil'/><category term='Idosos'/><category term='Defensoria Pública'/><category term='Execução Penal'/><category term='Política nacional'/><category term='Conselho Nacional de Justiça'/><category term='José Eduardo Arruda'/><category term='Agência Nacional de Transportes Terrestres-ANTT'/><title type='text'>Suprassumos - Direito &amp; Política resumidos.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>67</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1798304806905915928</id><published>2011-03-14T13:07:00.001-07:00</published><updated>2011-03-14T13:07:37.863-07:00</updated><title type='text'>Não conseguiu sacar no exterior: Santander deve indenizar correntista em R$ 6 mil.</title><content type='html'>&lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;CONJUR. &lt;/em&gt;Uma mulher deve receber R$ 6 mil de indenização por danos morais do Banco Santander. Motivo: a instituição não permitiu que ela sacasse dinheiro com seu cartão de crédito durante uma viagem pelo exterior. A decisão unânime é da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Cabe recurso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ela participou de um intercâmbio na Universidade de Salamanca, na Espanha, entre 2006 e 2007. A cliente do banco abriu uma conta corrente especialmente para movimentar o dinheiro no período que ficaria fora do Brasil. No entanto, os saques com seu cartão de crédito internacional, administrado pela ré, foram recusados várias vezes, o que lhe trouxe inúmeros aborrecimentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O desembargador Paulo Maurício Pereira, relator do caso, viu falhas no serviço prestado pelo Santander. "Induvidoso que as falhas do banco réu, devidamente comprovadas, trouxeram imenso desgaste emocional e abalo psicológico para a autora suficientes para configurar aquela espécie de prejuízo", afirmou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A autora pediu, ainda, indenização por danos morais. No entanto, Pereira entendeu que não foram comprovados os telefonemas feitos por ela na tentativa de solucionar o problema. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Comunicação do TJ-RJ&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Processo: 0019179-65.2007.8.19.0002&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1798304806905915928?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1798304806905915928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/03/nao-conseguiu-sacar-no-exterior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1798304806905915928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1798304806905915928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/03/nao-conseguiu-sacar-no-exterior.html' title='Não conseguiu sacar no exterior: Santander deve indenizar correntista em R$ 6 mil.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-8160708635344397832</id><published>2011-03-14T12:59:00.001-07:00</published><updated>2011-03-14T12:59:07.641-07:00</updated><title type='text'>TST manda sequestrar precatório em favor de idoso.</title><content type='html'>&lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;Contrariando a regra dos precatórios, o Órgão Especial do Tribunal Superior do Trabalho determinou o sequestro da dívida das contas do Rio Grande do Sul em favor de um gaúcho de 82 anos que sofre de câncer na próstata. Com a manutenção da sentença anterior do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, o idoso conseguiu quebrar a ordem cronológica de apresentação de precatórios e vai receber os R$ 97.219,65 a que tem direito desde que saiu vitorioso em ação trabalhista movida em 1995.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A decisão é inédita e encontrou amparo nos princípios constitucionais da supremacia do direito à vida e da dignidade do ser humano. A Emenda Constitucional de 62, de 2009, inaugurou a fila dupla no pagamento dos débitos. Pessoas com mais de 60 anos ou com doenças graves possuem prioridade. Ainda assim, para o colegiado, a demora na liberação da quantia poderia ser prejudicial ao seu estado de saúde.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Rio Grande do Sul, por sua vez, alegou que a decisão do TRT-4 feria a ordem cronológica de apresentação, que é determinada no artigo 100 da Constituição Federal. De acordo com o TST, apesar da exigência, a própria Constituição autorizou, no ano de 2002, o pagamento dos precatórios de pequeno valor, ou seja, aqueles de até 40 salários mínimos (R$ 10,4 mil), no prazo de até 60 dias (Emenda Constitucional 37).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O relator do caso no TST, ministro Lelio Bentes Corrêa, rejeitou os argumentos. Segundo ele, a decisão buscou proteger o idoso da excessiva demora na tramitação dos precatórios, "capaz de comprometer o seu direito a uma vida digna". Ele lembrou, ainda, que a Emenda Constitucional 62, ao dar nova redação ao artigo 100 da Constituição Federal, atribuiu caráter preferencial aos créditos de natureza alimentar de titularidade de pessoas idosas ou portadoras de moléstias graves, admitindo, inclusive, o sequestro de valores, a requerimento do credor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em voto recente, o ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal, abordou a flexibilidade de aplicação das normas em situações de exceção. Segundo ele, "não é a exceção que se subtrai à norma, mas ela que, suspendendo-se, dá lugar à exceção — apenas desse modo ela se constitui como regra, mantendo-se em relação com a exceção. A esta Corte, sempre que necessário, incumbe decidir regulando também essas situações de exceção. Ao fazê-lo, não se afasta do ordenamento, eis que aplica a norma à exceção desaplicando-a, isto é, retirando-a da exceção". O relator do caso no TST embasou sua decisão nesse posicionamento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com os autos, o idoso de 82 anos foi contratado pelo antigo Instituto Gaúcho de Reforma Agrária em 1970, para exercer a função de blaster. Foi demitido, sem justa causa, em março de 1994. Os blasteres são responsáveis por preparar, calcular e instalar dinamites para destruir rochas, geralmente em aberturas de estradas, pedreiras e minas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O autor do pedido trabalhava em torno de 12 horas por dia. O crédito trabalhista que gerou os precatórios foi proveniente da decisão favorável relativa aos pedidos de adicional de periculosidade, aviso prévio e horas extras. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Comunicação do TST&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=136582&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=3050391"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;TST-RO-2698-94.2010.5.04.0000&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-8160708635344397832?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/8160708635344397832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/03/tst-manda-sequestrar-precatorio-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8160708635344397832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8160708635344397832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/03/tst-manda-sequestrar-precatorio-em.html' title='TST manda sequestrar precatório em favor de idoso.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2222045337561851772</id><published>2011-03-14T12:54:00.001-07:00</published><updated>2011-03-14T12:54:33.691-07:00</updated><title type='text'>STJ e aborto: conheça decisões do STJ em casos de aborto.</title><content type='html'>&lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;A Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal Federal publicou, neste domingo (13/3), &lt;a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=101068" target="_blank"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;reportagem&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; sobre o tratamento dado pelo STJ ao crime de aborto e como ele acontece na sociedade. O tribunal tem se limitado à análise jurídica, mas a matéria trata também do debate moral que envolve o tema, entre o direito absoluto da vida do feto e a autonomia da mulher em relação ao próprio corpo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No texto, foi levado em conta o dado da pesquisa da organização não governamental sobre direito das mulheres, Ipas Brasil, em parceria com o Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), denominada &amp;quot;A magnitude do aborto no Brasil: aspectos epidemiológicos e socioculturais&amp;quot;, segundo a qual, no Brasil são realizados um milhão de abortos por ano e a curetagem é o segundo procedimento obstétrico mais realizado na rede pública. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A reportagem conta que na 5ª Turma do STJ, sob relatoria da ministra Laurita Vaz, tramita um Habeas Corpus em que a Defensoria Pública pede o trancamento de uma investigação contra centenas de mulheres suspeitas de fazer aborto em uma clínica de planejamento familiar no Mato Grosso do Sul. A Defensoria diz que no caso foi violado o sigilo médico, já que foram apreendidos os prontuários sem anuência dos profissionais. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Legislação &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O aborto é tratado nos artigos 124 a 128 do Código Penal:&lt;/p&gt; &lt;blockquote style="BORDER-LEFT: #ccc 1px solid; MARGIN: 0px 0px 0px 0.8ex; PADDING-LEFT: 1ex" class="gmail_quote"&gt;&lt;em&gt;Artigo 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque: Pena - detenção, de um a três anos.&lt;br&gt; Artigo 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de três a dez anos.&lt;br&gt;Artigo 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de um a quatro anos. Parágrafo único. Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de quatorze anos, ou é alienada ou debil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência&lt;br&gt; Artigo 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevém a morte.&lt;br&gt; Artigo 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;No país, o ato é classificado como crime contra a pessoa, diferentemente do que ocorre em alguns países que o classificam como crime contra a saúde ou contra a família. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O cearense ministro Napoleão Nunes Maia Filho, que compõe a 5ª Turma do tribunal, acredita que é um erro tratar o aborto como um método contraceptivo. Para ele, as autoridades governamentais deveriam incentivar a distribuição de preservativo ou a injeção de pílulas do dia seguinte, porque &amp;quot;é muito menos traumático para a mulher e para a sociedade&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Violência &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A reportagem também citou pesquisa feita pela socióloga Thais de Souza Lapa, na tese &amp;quot;Aborto e Religião nos Tribunais Brasileiros&amp;quot;, segundo a qual, de um universo de 781 acórdãos pesquisados entre 2001 e 2006, 35% envolvem situações de violência contra a mulher.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sobre isso, é citado o caso em que um homem que esfaqueou sua esposa quando ela estava no quinto mês de gestação, e mais duas pessoas, sendo uma maior de 60 anos. Nesse caso, o réu respondeu, entre outros, pelo crime de provocar aborto sem o consentimento da gestante, e a causa de aumento de pena de 1/3 pelo crime ter sido praticado contra idoso foi incluída na pronúncia, sem que houvesse menção a isso na denúncia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Terceiros&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Quanto à condenação da pessoa que instiga ou auxilia o aborto, o STJ manteve a prisão de um condenado de vender o medicamento Cytotec sem registro. Segundo a reportagem, o medicamento &amp;quot;vem sendo largamente utilizado como abortivo químico. Sua aquisição se faz via mercado negro ou por meio de receita especial&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No caso, o tribunal entendeu que o crime se configura com a própria venda irregular, e não considerou necessária a perícia para verificação da qualidade abortiva da droga. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além do fornecedor, a corte também já condenou os profissionais que auxiliam a prática. Esse foi o caso de um ginecologista preso em flagrante em sua clínica em Porto Alegre (RS), que respondeu por aborto qualificado por quatro vezes, aborto simples, também por quatro vezes, tentativa de aborto e formação de quadrilha. O STJ não relaxou sua prisão cautelar, por julgar que os reiterados atos justificaram a prisão. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Anencefalia &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A questão moral e religiosa, que sempre permeiam o assunto é intensificada quando o tema são os casos de anencefalia e má-formação do feto. A anencefalia é uma má-formação rara do tubo neural que ocorre entre o 16° e o 26° dia de gestação e é caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana. A causa mais comum é, supostamente, a deficiência de nutrientes, entre eles o ácido fólico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Segundo a ministra Laurita Vaz, para quem o legislador não incluiu a anencefalia no rol das hipóteses autorizadoras do aborto, e por isso, o juiz não pode criá-la, &amp;quot;independentemente de convicções subjetivas pessoais, o que cabe ao STJ é o exame da matéria sob o enfoque jurídico&amp;quot;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O ministro Napoleão Nunes discorda e considera que a vivência religiosa ou filosófica interfere sim nos julgamentos, já que influenciam a conduta humana. Para ele, a questão da anencefalia não deve ser entendida sob a perspectiva puramente religiosa, mas sob uma perspectiva médica, e cada caso é único. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perda do objeto&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;A reportagem termina retomando a análise da socióloga Thais de Souza, segundo a qual, entre os anos de 2001 e 2006, não havia decisões favoráveis em sua pesquisa para o pedido de interrupção de gravidez no caso de anencefalia, porque o objeto era perdido, ou seja, o bebê já tinha nascido ou a gravidez já estava adiantada demais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo o ministro Arnaldo Esteves Lima, havendo diagnóstico médico definitivo, que ateste a inviabilidade de vida após a gravidez, a indução antecipada do parto não tipifica o crime de aborto, já que a morte do feto é inevitável, em decorrência da patologia. A 5ª Turma já entendeu que a via do Habeas Corpus é adequada para pleitear a interrupção da gravidez, por causa da real ameaça de constrição da liberdade da mulher. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Clique &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=101068" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; para ler a íntegra da reportagem publicada pelo STJ.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;HC 140.123&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;HC 139.008&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;HC 100.502&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2222045337561851772?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2222045337561851772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/03/stj-e-aborto-conheca-decisoes-do-stj-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2222045337561851772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2222045337561851772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/03/stj-e-aborto-conheca-decisoes-do-stj-em.html' title='STJ e aborto: conheça decisões do STJ em casos de aborto.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1873165826753309290</id><published>2011-02-18T12:09:00.001-08:00</published><updated>2011-02-18T12:09:22.808-08:00</updated><title type='text'>Universitário consegue redução de mensalidade, igualando-a a de aluno que usufruiu de promoção. [TJRJ]</title><content type='html'>&lt;div class="authorsTop"&gt;Por Marina Ito [CONJUR]&lt;/div&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;Não há vedação legal para a faculdade cobre mensalidades diferentes de alunos que estudam no mesmo campus, curso e turno, desde que haja critérios objetivos para a concessão de descontos. Por entender que não houve motivo para diferenciar a mensalidade de duas alunas de Direito em relação a estudantes que ingressaram depois no curso, o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, &lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/alunas-devolucao-valor-pago-faculdade.pdf"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;determinou&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; que a Universidade Estácio de Sá devolva em dobro o que foi cobrado a mais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Da interpretação do artigo 1°, caput, combinado com os seus parágrafos 1° e 3°, da Lei 9.870/99, o valor da mensalidade para viger a partir do início de determinado ano ou semestre escolar deve ter por base a última mensalidade cobrada no ano ou semestre escolar imediatamente anterior&amp;quot;, explicou o desembargador.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em sua decisão, ele esclarece que a lei que rege as regras para mensalidade não impede a cobrança distinta, desde que sejam observados critérios objetivos. O desembargador afirma, ainda, que é necessário comprovar o acréscimo do valor proporcional da variação de custos a título de pessoal e de custeio mediante apresentação de planilha de custo, conforme dispõe o Decreto 3.274/99. Isso, disse, não foi feito pela universidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A condição para conseguir desconto era entrar na universidade sem prestar o vestibular As duas alunas ingressaram no curso de Direito preenchendo tal requisito, já que elas possuem outro curso superior. Como a faculdade não apresentou a planilha de custo, o desembargador entendeu que não há fundamento fático e legal para autorizar a cobrança de mensalidade diferenciada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Em obediência ao princípio da isonomia previsto no artigo 5º, inciso II, da Constituição da República, as autoras têm direito ao desconto concedido àqueles que entraram na Universidade sem vestibular, pois dele, frise-se, também foram dispensadas&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O desembargador determinou que a Estácio pague em dobro os valores cobrados a mais, de acordo com o artigo 42, do Código de Defesa do Consumidor. &amp;quot;Embora haja entendimento neste tribunal de que a aplicação do referido dispositivo legal dá-se apenas quando houver prova de má-fé, o melhor entendimento é que isso possa ocorrer também quando há existência da culpa.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As duas alunas entraram com ação contra a Estácio de Sá, pedindo a devolução em dobro de valores pagos a mais desde janeiro de 2007. Alegaram que alunos que entraram a partir desta data pagaram mensalidades em valor inferior ao cobrado das duas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em primeira instância, a 6ª Vara Cível do Rio de Janeiro julgou o pedido improcedente. "Entendo que a fixação do preço a ser realizado para cada semestralidade, considerando-se os novos alunos, se insere no âmbito da liberdade contratual do réu. E o exercício de um direito não configura ilícito a ensejar reparação, salvo se abusivo, o que não é o caso dos autos, pois estritamente exercida a liberdade de contratar e a liberdade contratual, sem que tal importe em violação aos direitos de qualquer das partes", disse a juíza Luciana Halbritter, na decisão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As alunas recorrem. Sustentam que alunos que entraram na faculdade em janeiro de 2007 possuem o mesmo contrato com vigência de seis meses em relação ao aluno veterano e que frequentam o mesmo curso, turno, campus e a mesma disciplina desses alunos. No entanto, dizem, o valor da mensalidade deles é menor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já a Estácio afirma que a diferença entre as mensalidades decorre das condições de admissão dos estudantes. As condições especiais de oferta, sustenta, se devem à matrícula sem vestibular.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O desembargador, em decisão monocrática, entendeu que a cobrança diferenciada neste caso é vedada. Cabe recurso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cobrança diferenciada&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Em dezembro de 2009, a 17ª Câmara Cível do TJ fluminense &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-jan-17/faculdade-fixar-mensalidades-diferentes-mesmo-curso"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;entendeu&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; que a Sociedade Unificada de Ensino Superior e Cultura (Suesc) podia cobrar mensalidades diferentes a alunos de um mesmo curso, porém que estudam em turnos distintos. No caso analisado pela 17ª Câmara, a desembargadora Marcia Alvarenga, relatora do recurso, entendeu que não havia abuso na cobrança.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Quando o aluno faz a sua matrícula, este tem plena ciência das diferenças entre os valores das mensalidades de acordo com o período cursado, sendo certo que a instituição de ensino, inclusive, fornece uma tabela com os respectivos valores. Ciente de tais diferenças, cabe ao aluno optar por ingressar ou não na universidade, já que a contratação é norteada pelo princípio da autonomia da vontade&amp;quot;, entendeu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A ação civil pública já havia passado pelo crivo de outros desembargadores. A 15ª Câmara Cível, por maioria, entendeu que não cabia a diferenciação. &amp;quot;Malgrado não se vislumbre nos documentos que instruem os autos expressa cobrança diferenciada entre alunos de diferentes períodos, a mera concessão de descontos em percentuais distintos, ainda que seja para incentivar os alunos recentes, acarreta violação ao princípio da isonomia e ao que preconiza a lei supracitada&amp;quot;, disse a desembargadora Helda Meireles, relatora da apelação apreciada na 15ª Câmara.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Clique &lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/alunas-devolucao-valor-pago-faculdade.pdf"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; para ler a decisão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1873165826753309290?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1873165826753309290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/02/universitario-consegue-reducao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1873165826753309290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1873165826753309290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/02/universitario-consegue-reducao-de.html' title='Universitário consegue redução de mensalidade, igualando-a a de aluno que usufruiu de promoção. [TJRJ]'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-3746525096532291379</id><published>2011-02-04T11:37:00.001-08:00</published><updated>2011-02-04T11:37:05.426-08:00</updated><title type='text'>Servidores empossados tardiamente serão indenizados.</title><content type='html'>&lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça unificou a posição jurisprudencial de admitir indenização a candidatos aprovados em concurso público que foram impedidos de assumir o cargo em razão de ato da Administração reconhecido como ilegítimo por decisão judicial transitada em julgado. A decisão foi proferida no julgamento de Embargos de Divergência de autoria do Distrito Federal contra acórdão da 1ª Turma do STJ. Os embargos apontaram contradição entre decisões das Turmas da 1ª e da 3ª Seção do STJ.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A divergência foi constatada. Enquanto as Turmas de Direito Público entendem que a indenização é devida, as Turmas da 3ª Seção haviam firmado o entendimento de não admitir indenização nesses casos, por considerar que isso implicaria o pagamento de remuneração sem a correspondente prestação do serviço público.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A relatora do caso na Corte Especial, ministra Eliana Calmon, destacou que, segundo o artigo 37, parágrafo 6º, da Constituição Federal, a responsabilidade civil do Estado por atos praticados por seus agentes é, em regra, objetiva. Para configurar o cabimento da indenização basta a prática de ato ilícito ou abusivo, a existência do dano e de nexo de causalidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No caso analisado, os aprovados foram impedidos de tomar posse no cargo público devido a ato ilícito da Administração, reconhecido por decisão judicial transitada em julgado. Portanto, o dano foi constatado, assim como o ato lesivo e a ligação entre eles, de forma que a indenização é devida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para afastar a tese até então adotada nas Turmas da 3ª Seção, a relatora explicou que não há pagamento de salário — contraprestação por serviço prestado. O que ocorre é o reconhecimento do direito à indenização, cujo parâmetro quantitativo é a remuneração que os aprovados deveriam receber, caso tivessem assumido o cargo no momento adequado, com as deduções do que já foi recebido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eliana Calmon destacou, ainda, que esse entendimento está alinhado com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Todos os ministros da Corte Especial acompanharam o voto da relatora.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O relator dessa decisão, ministro Jorge Scartezzini, atualmente aposentado, esclareceu que não compete ao Judiciário apreciar os critérios utilizados pela Administração na formulação e correção de provas. Porém, uma vez estabelecido um critério legal — no caso, via decreto distrital — estabelecendo que a prova tem uma única resposta, e estando as questões mal formuladas, com duplicidade de respostas, constatada por perícia oficial, cabe análise do Judiciário. Para corrigir o erro da banca examinadora e assegurar a legalidade, o magistrado pode anular as questões, com atribuição de pontos a todos os candidatos, e não somente aos recorrentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com os autos, os servidores ajuizaram ação pedindo indenização no valor equivalente aos vencimentos do cargo de auditor tributário que deixaram de receber de julho de 1995 a julho de 2002. A ação de indenização foi proposta por candidatos aprovados no concurso público para o cargo de auditor tributário do Distrito Federal. Eles constataram que duas questões da prova objetiva tinham duas respostas corretas. O recurso administrativo foi negado e os candidatos foram à Justiça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Finalizado o concurso, os aprovados foram nomeados em julho de 1995, com exceção dos recorrentes, que estavam questionando o concurso no Judiciário. Ao julgar Recurso Especial dos candidatos, o STJ reconheceu a nulidade das questões discutidas e determinou que os pontos fossem atribuídos aos candidatos, o que alterou a posição de todos. Assim, os recorrentes foram nomeados em julho de 2002.  &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eresp 825.037&lt;/strong&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt;-- &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;strong&gt;J. &lt;a href="http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&amp;amp;biw=1339&amp;amp;bih=583&amp;amp;q=%22jose+inacio+de+freitas+filho%22&amp;amp;aq=f&amp;amp;aqi=&amp;amp;aql=&amp;amp;oq=&amp;amp;fp=6536ca3f99b6689"&gt;INÁCIO de FREITAS&lt;/a&gt; Fº&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;strong&gt;{Advogado (OAB/CE 13.376)/escritor}&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;strong&gt;{(85)87037975/96763189}&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-3746525096532291379?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/3746525096532291379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/02/servidores-empossados-tardiamente-serao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3746525096532291379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3746525096532291379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/02/servidores-empossados-tardiamente-serao.html' title='Servidores empossados tardiamente serão indenizados.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4953290288631702390</id><published>2011-02-04T10:41:00.001-08:00</published><updated>2011-02-04T10:41:58.673-08:00</updated><title type='text'>É ilegal cobrar taxa mínima de água em condomínio.</title><content type='html'>&lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;O antigo entendimento de que é ilegal a cobrança do valor médio no condomínio onde o total de água consumida é medido por um único hidrômetro foi adotado pela 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça no julgamento de um recurso repetitivo. Na ação, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) pedia o reconhecimento da legalidade da prática.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A empresa alegava que a prática de cobrar água multiplicando a tarifa do consumo mínimo pelo número de unidades no condomínio, nos meses em que o consumo é menor que a cota determinada, não proporcionaria lucros arbitrários à custa do usuário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O relator do caso, ministro Hamilton Carvalhido, explicou que a Lei 6.528, de 1978, e a Lei 11.445, de 2007, vieram para garantir, por meio da cobrança do serviço por tarifa mínima, garantir a sustentabilidade econômico-financeira dos serviços públicos de saneamento básico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Carvalhido chamou atenção para um detalhe: a multiplicação da tarifa mínima pelo número de residências de um condomínio não tem amparo legal. Por isso, ele explica que não é possível presumir a igualdade de consumo de água pelos condôminos, obrigando os que gastaram abaixo do mínimo a não só complementar a tarifa, como também a arcar com os gastos de quem consumiu acima da cota.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao contrário do que alegava a Cedae, a cobrança gerava seu enriquecimento de forma indevida. &amp;quot;O cálculo da tarifa, com desprezo do volume de água efetivamente registrado, implica a cobrança em valor superior ao necessário para cobrir os custos do serviço, configurando enriquecimento indevido por parte da concessionária&amp;quot;, conclui Carvalhido. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Comunicação do STJ&lt;/em&gt;.&lt;br clear="all"&gt; &lt;br&gt;-- &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;strong&gt;J. INÁCIO de FREITAS Fº&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;strong&gt;{Advogado (OAB/CE 13.376)/escritor}&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;strong&gt;{(85)87037975/96763189}&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4953290288631702390?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4953290288631702390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/02/e-ilegal-cobrar-taxa-minima-de-agua-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4953290288631702390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4953290288631702390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2011/02/e-ilegal-cobrar-taxa-minima-de-agua-em.html' title='É ilegal cobrar taxa mínima de água em condomínio.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1709746495197560184</id><published>2010-11-26T10:56:00.001-08:00</published><updated>2010-11-26T10:56:11.732-08:00</updated><title type='text'>Novo CPC pode criar ordem cronológia de julgamentos.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;Os juízes podem ser obrigados a dar sentenças rigorosamente com base na ordem cronológica de processos prontos, critério que deve também valer para a decisão sobre recursos apresentados aos tribunais. Essa é uma das novidades do substitutivo ao projeto do novo Código de Processo Civil que terá de passar pelo crivo da comissão especial de senadores encarregada do exame da matéria (PLS 166/2010) antes da deliberação final em Plenário, precedida de três turnos de discussão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois da leitura do substitutivo pelo relator, senador Valter Pereira (PMDB-MS), nesta quarta-feira (24/11), a votação na comissão ficou marcada para a terça-feira (30/11), às 15h.A assessoria do relator preparou um quadro comparativo para facilitar a identificação dos pontos essenciais do texto, fruto de debate com amplos segmentos do campo jurídico na busca de soluções para uma Justiça mais ágil, eficaz e transparente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com base no comparativo, os integrantes da comissão e todo o público vão poder identificar três distintos blocos de informações: as regras processuais vigentes, que integram o CPC editado em 1973; as inovações trazidas pelo projeto do novo código, elaborado pela comissão especial de juristas designada pelo presidente do Senado, José Sarney; e, finalmente, as alterações do substitutivo, com as definições do relator para os pontos que ainda envolviam controvérsias e medidas extras para reforçar a orientação pela eficiência e transparência das decisões judiciais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Veja algumas das principais alterações propostas pelo relator no substitutivo:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consulta pública&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;No caso da ordem cronológica estabelecida para as sentenças e decisões sobre os recursos (artigo 12), Valter Pereira sugere ainda uma providência complementar para evitar que qualquer outro tipo de influência ou consideração comprometa o funcionamento da regra: um parágrafo determina que a lista de processos aptos a julgamento deve ser permanentemente disponibilizada em cartório, para consulta pública.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;"Com essa medida, a única ordem que prevalecerá será a de conclusão dos processos, quando todas as providências anteriores ao julgamento estão concluídas e ocorre a remessa aos gabinetes para que os juízes profiram a sentença", esclarece o advogado Luiz Henrique Volpe Camargo, do grupo de assessoramento do relator.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Videoconferências&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Valter Pereira trouxe ainda para o substitutivo a possibilidade de videoconferências para que as partes ou testemunhas possam ser ouvidas pelos juízes. De forma prática, ágil e mais econômica, as pessoas irão até uma sala com sistema de comunicação por voz imagem, no fórum da cidade onde resida, para ser ouvida à distância pelo juiz do processo da própria localidade onde a causa tramita. Nesse caso, o relator se inspirou no projeto do novo Código de Processo Penal, nesse momento em análise no Plenário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Separação judicial&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Na revisão do projeto da comissão de juristas, preservado na maioria dos pontos, Valter Pereira aproveitou ainda para suprimir as referências que ainda existiam no CPC vigente sobre os processos de separação judicial. A Emenda Constitucional 66, de julho desse ano, suprimiu o requisito da prévia separação judicial por mais de um ano para a obtenção do divórcio. No entanto, a expressão do texto se limitou a dizer que o casamento civil &amp;quot;pode ser dissolvido pelo divórcio&amp;quot;. Havia ainda segmentos que se apoiavam nessa ambiguidade e nas referências à separação judicial no CPC atual para defende que essa alternativa de dissolução do casamento ainda era possível. "O que se pretendeu foi acabar com essa fase antecipatória do divórcio. Por isso, dando seguimento ao espírito que inspirou a recente emenda constitucional, o senador decidiu pela supressão das referências à separação", comentou Volpe Camargo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ações de alimentos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Outra alteração foi feita para adequar as ações judiciais para pagamento de alimentos a filhos dependentes quando o casal tiver optado pela separação (antes da Emenda 66) ou divórcio em cartório, assegurados por lei editada em 2007, ato formalizado por título extrajudicial. No atual CPC, as regras para execução da sentença do juiz para obrigar o devedor a pagar os alimentos (inclusive a prisão, caso a quitação não aconteça em até três dias, sem a justificativa da impossibilidade) consideram para essa finalidade apenas os títulos judiciais, ou seja, quando a separação ou o divórcio ocorre por meio judicial, nos fóruns.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dissolução de empresas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O substitutivo tratou ainda dos processos de dissolução de sociedades empresariais, com base nas regras do Código Civil vigente desde 2002 e que trouxe grandes inovações em matéria de Direito Empresarial. Na parte processual, no entanto, ainda são empregadas regras do CPC de 1939, pois o de 1973, agora em vigência, não tratou desse tema. &lt;em&gt;Com informações da Agência Senado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt;Fonte: CONJUR.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1709746495197560184?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1709746495197560184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/11/novo-cpc-pode-criar-ordem-cronologia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1709746495197560184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1709746495197560184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/11/novo-cpc-pode-criar-ordem-cronologia-de.html' title='Novo CPC pode criar ordem cronológia de julgamentos.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4624055096992152190</id><published>2010-10-05T12:07:00.001-07:00</published><updated>2010-10-05T12:07:46.250-07:00</updated><title type='text'>Coisa julgada não atinge direitos de quem não fez parte do processo.</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: left; FONT-FAMILY: verdana, arial, helvetica, sans-serif; COLOR: rgb(89,86,86); FONT-WEIGHT: normal; TEXT-DECORATION: none" class="yiv1158104621conteudo_texto"&gt;&lt;font color="#000000" size="4" face="garamond,serif"&gt;A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) que anulou escritura de compra e venda de imóvel viabilizada em ação de suprimento de assinatura. O negócio foi feito um ano e sete meses após o falecimento do proprietário, quando já havia ocorrido a transferência dos bens aos herdeiros. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A ação de suprimento de assinatura foi proposta contra a empresa Lagus Imobiliária Incorporações, da qual o falecido era o único dono. Ele teve um sócio que se desligou da empresa em 1991, quatro anos antes do falecimento do ex-sócio. O processo correu à revelia do espólio. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O tribunal alagoano deu provimento à ação dos herdeiros, determinando a anulação da escritura. No recurso ao STJ, os compradores fizeram diversas alegações. Sustentaram ilegitimidade ativa do espólio, ofensa à coisa julgada e fixação de honorários advocatícios exorbitantes. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A relatora do caso, ministra Maria Isabel Gallotti, destacou que a jurisprudência do STJ entende que a coisa julgada material produz efeito entre as partes, de forma que não pode atingir os direitos de quem não fez parte da relação jurídica processual. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A ministra considerou que, de fato, a sentença que permitiu a lavratura da escritura de compra e venda deu-se em desfavor dos herdeiros. "Além disso, como se pode perceber pela análise dos fatos incontroversos trazidos aos autos, os recorrentes defendem a validade de ato judicial eivado de vícios que maculam a própria formação da relação processual", afirmou no voto. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A relatora ressaltou que "no direito processual civil brasileiro, cabe reconhecer a nulidade de sentença desfavorável ao réu em processo que correu à sua revelia, quer porque não fora citado ou porque o fora de maneira defeituosa". Nesses casos, segundo a relatora, não é possível a ocorrência de trânsito em julgado. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O recurso foi parcialmente provido apenas para reduzir os honorários de sucumbência. O TJAL fixou os honorários em 15% sobre o valor da causa, que os réus calcularam ser de R$ 150 mil, tendo em vista que o valor atribuído à causa foi de R$ 1 milhão. No entanto, a ministra verificou que o valor do imóvel, segundo a escritura pública datada de 1996, era de R$ 25 mil. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Por considerar os honorários fixados desproporcionais ao valor econômico do êxito obtido pelos autores, a relatora manteve os honorários de sucumbência em 15%, só que sobre o valor do imóvel atualizado desde a data da escritura invalidada. &lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;font style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;font color="#000000" size="4" face="garamond,serif"&gt;FONTE/ORIGEM =&amp;gt; &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99264" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font color="#000000" size="4" face="garamond,serif"&gt;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99264&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4624055096992152190?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4624055096992152190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/10/coisa-julgada-nao-atinge-direitos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4624055096992152190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4624055096992152190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/10/coisa-julgada-nao-atinge-direitos-de.html' title='Coisa julgada não atinge direitos de quem não fez parte do processo.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6535947502321681298</id><published>2010-10-04T11:29:00.001-07:00</published><updated>2010-10-04T11:29:46.179-07:00</updated><title type='text'>Atraso no pagamento de seguro não anula automaticamente o contrato</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: left; FONT-FAMILY: verdana, arial, helvetica, sans-serif; COLOR: rgb(89,86,86); FONT-WEIGHT: normal; TEXT-DECORATION: none" class="yiv14037979conteudo_texto"&gt;&lt;font color="#000000" size="4" face="garamond,serif"&gt;O simples atraso no pagamento não autoriza que a seguradora anule automaticamente o contrato, sem que o segurado seja notificado da suspensão da proteção enquanto estiver em atraso. A decisão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em recurso da Itaú Seguros S/A. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O julgamento consolida posicionamento do Tribunal que exige a constituição da mora pela seguradora por meio da interpelação do segurado. &lt;br&gt;&lt;br&gt;No caso específico, o contrato de seguro foi renovado de forma automática com o pagamento do primeiro boleto, em 29 de outubro de 2001. O acidente ocorreu em 15 de dezembro. Para a Itaú Seguros, o atraso da parcela vencida em 28 de novembro teria anulado automaticamente o contrato. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) reconheceu a obrigação de indenizar da seguradora porque se trataria de atraso aleatório de uma parcela. Para o TJPR, a Itaú se recusou a receber o pagamento por não ter enviado ao segurado a apólice e os boletos bancários, conforme previa expressamente a Proposta de Renovação Automática. "Concordando com essas condições, basta pagar a 1ª parcela anexa. As demais, se houver, serão enviadas com sua apólice", afirmava o contrato. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo o TJPR, o atraso do segurado só ocorreu por culpa da seguradora. E, além disso, a demora no pagamento da parcela de prêmio não gera o cancelamento automático do contrato de seguro. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O ministro Aldir Passarinho Junior confirmou o entendimento do tribunal local. Ele esclareceu que o STJ firmou jurisprudência nessa linha em outro caso relatado por ele na Segunda Seção – órgão que reúne as duas Turmas que tratam de direito privado. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Turma também rejeitou o recurso da Itaú Seguros quanto aos juros não previstos em contrato. Segundo o relator, na vigência do Código Civil anterior aplica-se 0,5% de juros ao mês, passando à forma do artigo 406 do Código Civil atual, a partir de sua vigência. A seguradora pretendia aplicar a regra anterior por todo o período, já que o acidente ocorreu na vigência do código revogado. &lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;font style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;font color="#000000" size="4" face="garamond,serif"&gt;FONTE/ORIGEM =&amp;gt; &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99238" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font color="#000000" size="4" face="garamond,serif"&gt;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99238&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6535947502321681298?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6535947502321681298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/10/atraso-no-pagamento-de-seguro-nao-anula.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6535947502321681298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6535947502321681298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/10/atraso-no-pagamento-de-seguro-nao-anula.html' title='Atraso no pagamento de seguro não anula automaticamente o contrato'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1084364053747910030</id><published>2010-06-17T11:31:00.000-07:00</published><updated>2010-06-17T11:32:01.877-07:00</updated><title type='text'>STJ: inscrição ilegal no SPC gera dano máximo de 50 salários mínimos.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado quinta, dia 17 de junho de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;&lt;font size="3"&gt;Notícias&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;O Superior Tribunal de Justiça definiu que o valor razoável de indenização para casos de inscrição indevida em órgãos de restrição ao crédito é de 50 salários mínimos. A partir daí, a 4ª Turma decidiu modificar a condenação imposta ao Banco Bradesco pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O valor da indenização a ser paga a um cliente caiu de 200 salários mínimos para 50.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um correntista entrou com ação por danos morais contra o Banco de Crédito Nacional que foi sucedido pelo Bradesco. Na ação, o requerente alegou que o seu nome foi indevidamente inscrito no Serasa, em virtude de dívidas que juntas valiam R$ 5,9 mil. Segundo ele, todas as certidões negativas de títulos foram apresentadas ao banco e depois disso solicitou o cancelamento da restrição, mas, sem justificativa, o banco não retirou o nome dele do órgão de restrição ao crédito, lhe causando inúmeros prejuízos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, condenando a instituição bancária ao pagamento de indenização por danos morais em dez vezes a soma dos títulos indevidamente protestados, um total de R$ 118,6 mil, corrigidos monetariamente a partir da citação. Ambas as partes apelaram e o TJ-SC alterou o valor do dano moral para 200 salários mínimos, mais juros de 6% ao ano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Insatisfeito, o Bradesco recorreu ao STJ, pedindo a redução dos valores da condenação. Argumentou violação ao artigo 1º da Lei 6.205/1975, uma vez que a fixação da indenização foi feita em salários mínimos. Alegou também violação aos artigos 160 do Código Civil e 13 da Lei 5.474/1968, "pois o banco-endossatário é obrigado por lei a levar duplicatas vencidas a protesto, o que não constitui ato ilícito".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com o relator do Recurso Especial, ministro Luis Felipe Salomão, rever os fundamentos usados pelo Tribunal de origem de que o banco recorrido é responsável pela inscrição indevida implica reexaminar o conjunto fático probatório dos autos, o que é vedado ao STJ.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para o relator, a quantia fixada pelo TJ-SC fugiu da razoabilidade, distanciando-se dos parâmetros adotados pelo STJ em casos de indenização por inscrição indevida em órgãos de proteção ao crédito, que é de 50 salários mínimos. Assim, a Turma acolheu o pedido do banco para reduzir o valor da indenização de 200 salários mínimos para R$ 20 mil com juros de mora a partir do evento danoso e correção monetária a partir da data de julgamento deste acórdão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No mais, a decisão recorrida foi mantida, inclusive quanto aos ônus sucumbenciais, &amp;quot;a jurisprudência consolidada do STJ admite a revisão do montante indenizatório em Recurso Especial, quando a quantia fixada nas instâncias locais é exagerada ou ínfima&amp;quot; conclui o ministro. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resp 623.776&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1084364053747910030?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1084364053747910030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/06/stj-inscricao-ilegal-no-spc-gera-dano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1084364053747910030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1084364053747910030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/06/stj-inscricao-ilegal-no-spc-gera-dano.html' title='STJ: inscrição ilegal no SPC gera dano máximo de 50 salários mínimos.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-9141017300830782438</id><published>2010-06-16T11:34:00.001-07:00</published><updated>2010-06-16T11:34:06.233-07:00</updated><title type='text'>Avós pagam alimentos só se pais não tiverem condição.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado quarta, dia 16 de junho de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;A obrigação dos avós de prestar alimentos é subsidiária e complementar à dos pais. Assim, cabe ação contra eles somente nos casos em que ficar provada a total ou parcial incapacidade dos genitores em provê-los. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça rejeitou Recurso Especial de uma neta contra os avós paternos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Representada pela mãe, ela ajuizou ação de alimentos diretamente contra os avós. Eles contestaram a ação. Sustentaram a impossibilidade de prestarem alimentos. O avô afirmou que seus ganhos não são suficientes para prover tais obrigações, além de possuir uma filha menor a quem presta alimentos. A avó, por sua vez, comprovou estar desempregada, ou seja, não tem qualquer rendimento para satisfazer as necessidades da neta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em primeira instância e no Tribunal de Justiça do Espírito Santo, a ação foi julgada improcedente. Nas duas ocasiões, os juízes entenderam que não houve comprovação da apelante de que o pai está impossibilitado de arcar com as despesas alimentícias e que os avós poderiam sustentá-la.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No recurso para o STJ, a defesa da neta alegou que a decisão ofendeu o artigo 397 do Código Civil, pois os avós também possuem o dever de alimentar, correspondendo pela obrigação. Afirmou, ainda, que somente no curso da ação é que o endereço do pai no exterior se tornou conhecido e que a prova produzida nos autos demonstra a possibilidade, ao menos parcial, dos avós paternos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A 4ª Turma, por unanimidade, rejeitou o Recurso Especial. "Alega a recorrente que o pai reside no exterior, porém essa questão, que é de fato, não foi cuidada nos autos, de sorte que não é dado ao STJ examiná-la, a teor da súmula 7", afirmou o relator do caso, ministro Aldir Passarinho Junior. A súmula prevê a impossibilidade de o STJ examinar provas, em grau de recurso. Para o relator, se não houve ação prévia de alimentos contra o pai, a ação não pode ter êxito. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;REsp 576.152&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-9141017300830782438?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/9141017300830782438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/06/avos-pagam-alimentos-so-se-pais-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/9141017300830782438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/9141017300830782438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/06/avos-pagam-alimentos-so-se-pais-nao.html' title='Avós pagam alimentos só se pais não tiverem condição.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-9019706723095846586</id><published>2010-06-16T11:19:00.001-07:00</published><updated>2010-06-16T11:19:38.637-07:00</updated><title type='text'>TST privilegia isonomia verdadeira e protege cidadão de boa-fé.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;Texto publicado terça, dia 15 de junho de 2010&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;Notícias&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;h1 id="textTitle"&gt;&lt;font face="georgia,serif" size="2"&gt;Empregado não deve restituir União&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;A União não deve ser ressarcida pelo pagamento de verba trabalhista determinada por sentença transitada em julgado. A Uniao alegou que o pagamento era indevido. Não adianou. A 5ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu como devidas as verbas trabalhistas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;O empregado conseguiu judicialmente o direito de receber a verba trabalhista da União o fez de boa fé, segundo o TST. Portanto, está excluído o dever da restituição com base no artigo 876 do Código Civil, que diz que todo aquele que recebeu o que não lhe era devido fica obrigado a restituir, sem qualquer menção quanto à boa fé do recebimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;Depois de sentença transitada em julgado, a União ingressou com ação rescisória. Conseguiu desconstituir parcialmente essa sentença. Mas antes do julgamento da ação rescisória, o trabalhador já havia recebido as verbas iniciais por meio de precatório.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;Mesmo com o relator, ministro Brito Pereira, tendo aceitado os argumentos da União, a 5ª Turma seguiu o entendimento divergente do ministro Emmanoel Pereira. O ministro Emmanoel entendeu que os valores recebidos inicialmente foram devidos. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do TST&lt;/em&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="georgia,serif"&gt;RR-106200-31.2007.5.08.0004.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-9019706723095846586?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/9019706723095846586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/06/tst-privilegia-isonomia-verdadeira-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/9019706723095846586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/9019706723095846586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/06/tst-privilegia-isonomia-verdadeira-e.html' title='TST privilegia isonomia verdadeira e protege cidadão de boa-fé.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-974362850460083386</id><published>2010-05-24T12:24:00.001-07:00</published><updated>2010-05-24T12:24:12.435-07:00</updated><title type='text'>Plano de saúde que promete "cobertura nacional" é condenado a pagar despesas de emergência, em hospital particular.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado domingo, dia 23 de maio de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;&lt;font size="3"&gt;Notícias&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;h1 id="textTitle"&gt;Unimed deve atender clientes em qualquer estado&lt;/h1&gt; &lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;img alt="Ver autores" src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif"&gt;Por Mayara Barreto&lt;/div&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;A recusa de tratamento de que necessita o paciente caracteriza grave afronta aos princípios de boa-fé e da função social de contrato firmado entre o consumidor e o plano de saúde. Com esse entendimento, o Tribunal de Justiça de São Paulo &lt;a href="https://docs.google.com/a/consultorjuridico.com.br/viewer?a=v&amp;amp;pid=gmail&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;thid=128b6b87ac3556b5&amp;amp;mt=application/pdf&amp;amp;url=https://mail.google.com/a/consultorjuridico.com.br/%3Fui%3D2%26ik%3Dcd2e36e07c%26view%3Datt%26th%3D128b6b87ac3556b5%26attid%3D0.1%26disp%3Dattd%26zw&amp;amp;sig=AHIEtbQyHWxjX1AyF9DAMVWVbkH_xPgqhQ"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;determinou&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; que a Unimed Manaus arque com as despesas de David Novoa Gonzalez, residente em Manaus, que precisou receber tratamento no Hospital Sírio Libanês, mas não foi autorizado. A decisão também obriga a Unimed Paulistana a emitir todas as guias de autorização necessária para o atendimento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A briga judicial começou porque a Unimed Paulistana alegou não ser filiada à entidade de Manaus, apesar de as duas serem filiadas ao Sistema Nacional Unimed, como informam em propagandas e também nos contratos. No entanto, quando Gonzalez precisou de tratamento em São Paulo, a cobertura foi negada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com a advogada do segurado, &lt;strong&gt;Estela do Amaral Alcântara Tolezani&lt;/strong&gt;, a informação prestada pela Unimed Paulistana vai de encontro com o contrato firmado pelas partes, que prevê atendimento em rede nacional, por meio de hospitais credenciados por outras Unimeds.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dessa forma, foi ajuizada ação na Justiça de São Paulo solicitando que a Unimed Paulistana, já que no caso o tratamento foi na capital paulista, fosse obrigada a emitir as guias de autorizações e a Unimed local, no caso a de Manaus, efetuasse os pagamentos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo o relator do caso no Tribunal de Justiça paulista, desembargador Luiz Antonio de Godoy, &amp;quot;não obstante ter o autor celebrado o contrato em questão com a Unimed Manaus, é certo que a Unimed Paulistana é parte legítima para figurar no polo passivo da demanda. Isso porque, as cooperativas, mesmo sendo autônomas, são interligadas. Isso restou patente pela afirmação da própria Unimed Paulistana de existência de um sistema de intercâmbio, envolvendo as diversas Unimeds&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ele observou ainda que a cláusula do contrato celebrado pelo autor e pela Unimed Manaus é nula por ser abusiva, pois, revela-se imprecisa a menção pela Unimed Manaus a hospitais que atendam com tabelas práticas/diferenciadas ou hospitais de &amp;quot;alto custo&amp;quot;, não sendo possível saber a quais hospitais ele não teria acesso. Dessa forma, Godoy diz que é razoável que se interprete a cláusula em favor do contratante aderente, nos termos do disposto no artigo 47, do Código de Defesa do Consumidor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A decisão é de dezembro de 2009 e só foi publicada no dia 8 de março de 2010. A Unimed interpôs Recurso Especial. A decisão está nas mãos dos ministros do STJ.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Os desembargadores vêm eliminando essa abusividade, demonstrando que as Unimeds constituem um mesmo grupo econômico, de modo que o trânsito de informações entre elas é viável, possibilitando até mesmo o intercâmbio de senhas para a realização de exames. Esse tipo de negativa afronta claramente o Código de Defesa do Consumidor", argumenta a advogada do autor da ação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estado de saúde&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Após passar mal e ser atendido na Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas, o industrial David Novoa Gonzalez, de 62 anos, recebeu o diagnóstico de que tinha distúrbio hidroeletrolítico, cuja causa mais comum é a insuficiência renal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda em Manaus, seu quadro piorou, culminando em uma insuficiência respiratória. Ele foi transferido para uma UTI. A equipe médica, entretanto, chegou à conclusão de que, ali, em um curto espaço de tempo desenvolveria um choque séptico, a tensão arterial baixa a um nível tal que põe a vida em perigo. Os médicos que atendiam David no Amazonas acharam conveniente que o mesmo fosse transferido com urgência para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Clique &lt;/strong&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/a/consultorjuridico.com.br/viewer?a=v&amp;amp;pid=gmail&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;thid=128b6b87ac3556b5&amp;amp;mt=application/pdf&amp;amp;url=https://mail.google.com/a/consultorjuridico.com.br/%3Fui%3D2%26ik%3Dcd2e36e07c%26view%3Datt%26th%3D128b6b87ac3556b5%26attid%3D0.1%26disp%3Dattd%26zw&amp;amp;sig=AHIEtbQyHWxjX1AyF9DAMVWVbkH_xPgqhQ"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;aqui&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; e leia a decisão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:mayara%40consultorjuridico.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Mayara Barreto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é repórter da revista &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-974362850460083386?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/974362850460083386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/05/plano-de-saude-que-promete-cobertura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/974362850460083386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/974362850460083386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/05/plano-de-saude-que-promete-cobertura.html' title='Plano de saúde que promete &quot;cobertura nacional&quot; é condenado a pagar despesas de emergência, em hospital particular.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6223994773026721376</id><published>2010-05-24T11:47:00.001-07:00</published><updated>2010-05-24T11:47:30.858-07:00</updated><title type='text'>HC junto ao STF exlcui uso de fotografia do indiciado, na denúncia.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado segunda, dia 24 de maio de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;&lt;font size="3"&gt;Notícias&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;h1 id="textTitle"&gt;MP não pode usar fotografia de acusado em denúncia&lt;/h1&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;Uso de fotografia em peça acusatória viola o direito de imagem e também "o princípio matriz de toda a ordem constitucional: a dignidade da pessoa humana". Este foi o entendimento da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao conceder Habeas Corpus para excluir da denúncia a parte em que o Ministério Público do Distrito Federal fez constar a fotografia de um acusado como elemento identificador da peça acusatória.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Defensoria Pública entrou no STJ, em favor do acusado, contra um acórdão do TJ-DF que extinguiu o processo sem exame do mérito. A defesa questionou a inclusão da fotografia do acusado na denúncia, bem como a utilização da expressão "ação penal condenatória" na folha de rosto da peça acusatória. De acordo com a Defensoria, o uso de imagem só é possível na ação penal se não houver identificação civil ou se o denunciado se negar a fornecer documentação pessoal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O TJ-DF não examinou a matéria. Considerou o Habeas Corpus inadequado e ressaltou que este deve ser utilizado apenas para quem sofre ou está na iminência de sofrer coação em seu direito de locomoção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o relator, ministro Og Fernandes, a matéria não fere o direito de locomoção do acusado. No entanto, considerou que é desnecessária a digitalização de foto na denúncia, ainda mais quando o acusado já está devidamente identificado nos autos. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6223994773026721376?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6223994773026721376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/05/hc-junto-ao-stf-exlcui-uso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6223994773026721376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6223994773026721376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/05/hc-junto-ao-stf-exlcui-uso-de.html' title='HC junto ao STF exlcui uso de fotografia do indiciado, na denúncia.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1967160192409062119</id><published>2010-04-14T11:26:00.001-07:00</published><updated>2010-04-14T11:26:38.210-07:00</updated><title type='text'>Benefício previdenciário é concedido a doente mental do Ceará.</title><content type='html'>&lt;h5&gt;JFCE - 22/03/2010&lt;/h5&gt; &lt;p&gt;Após morte da mãe da requerente amiga da família tornou-se curadora&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região indeferiu na tarde desta quinta-feira (17) o pedido de apelação da União que pretendia reverter decisão de primeira instância que concedeu benefício previdenciário a cearense Maria de Fátima Lima, 65 anos. A beneficiária é portadora de doença mental e passou a ser representada por Francisca de Assis Cruz, enfermeira e amiga da família, após o falecimento de sua mãe, Maria de Lourdes Araújo, analista de finanças, ocorrido em 29 e janeiro de 2003. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pouco tempo depois da morte de Maria de Lourdes Araújo, em Fortaleza (CE), a enfermeira levou Maria de Fátima Lima à sede Ministério da Fazenda onde sua mãe trabalhava para regularizar o recebimento da pensão previdenciária. No órgão, foi aconselhada a constituir um curador. Como já vinha cuidando de Maria de Fátima há alguns anos antes da perda da sua mãe Francisca de Assis Cruz foi nomeada curadora. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para comprovar sua condição de saúde, Maria de Fátima foi submetida à perícia médica no Ministério da Fazenda e no Instituto de Previdência do Estado do Ceará (IPEC). Os exames constataram que a mulher era portadora de retardo mental moderado, inválida total e permanente para a atividade laborativa e incapaz de gerir a si e seus bens. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Ministério da Fazenda negou o requerimento administrativo do benefício, sob a alegação de que não tinha condições de afirmar o tempo exato da enfermidade, em relação ao óbito de Maria de Lourdes. A curadora, então, ajuizou ação para obter reconhecimento do direito ao benefício. A sentença concedeu a pensão determinando que os valores deveriam ser geridos pela curadora em proveito exclusivo da curatelada. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A União apelou da decisão, mas a Primeira Turma do TRF5 confirmou a sentença de primeiro grau. O relator desembargador federal José Maria Lucena entendeu que assiste direito à pensão desde a data do óbito da genitora, devendo incidir sobre as parcelas atrasadas juros de mora de 0,5% ao mês. O prazo deve ser contado a partir da citação da apelante, e correção monetária, a partir da data do falecimento, quando se tinha a obrigação de pagar. Compuseram a Turma os desembargadores federais Francisco Cavalcanti e Rogério Fialho Moreira. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;APEELREX  (Apelação e Remessa de ofício ou remessa obrigatória – por força de Lei) 5726/CE&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: Divisão de Comunicação Social do TRF5&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1967160192409062119?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1967160192409062119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/beneficio-previdenciario-e-concedido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1967160192409062119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1967160192409062119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/beneficio-previdenciario-e-concedido.html' title='Benefício previdenciário é concedido a doente mental do Ceará.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6638385161358215614</id><published>2010-04-07T10:52:00.001-07:00</published><updated>2010-04-07T10:52:40.084-07:00</updated><title type='text'>Aviso de abandono de emprego não pode ser publicada em jornais ou assemelhados.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado terça, dia 6 de abril de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="wrapper"&gt;O aviso de abandono de emprego deve ser feito de forma privada. O entendimento é da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina, que condenou uma empresa a indenizar seu ex-funcionário em R$ 2,5 mil por dano moral. A companhia publicou um anúncio de abandono de emprego no jornal para despedir o empregado por justa causa.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;Na época do fato, em 2007, o trabalhador estava afastado por licença para tratamento de saúde. Em sua defesa, a empresa confirmou a publicação do anúncio alegando que visava a despedida por justa causa. O juiz de primeiro grau reconheceu a existência do dano por conta da exposição dos dados pessoais do trabalhador na imprensa. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC). A Justiça do Trabalho entendeu que não há previsão legal de publicação na imprensa de aviso de abandono de emprego.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com o juiz José Ernesto Manzi, relator do recurso, a utilização do jornal "torna público o que deveria permanecer na esfera privada", via postal, cartório de títulos e documentos, pessoalmente ou mesmo judicialmente, caso assim prefira o empregador, que possui todos os dados pessoais do empregado. Segundo o juiz, a jurisprudência já é pacífica quanto à ineficácia dessa publicação. Entre os motivos, está o fato de que o trabalhador não tem a obrigação de ler o jornal e muitas vezes nem tem dinheiro para comprá-lo. Há ainda casos em que trata-se de analfabeto, enfermo imobilizado ou preso/detido, situações em que o acesso à publicação fica impossibilitado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O relator registrou, ainda, que o direito tem uma função pedagógica que não pode ser esquecida. "Ele deve moldar condutas e incentivar ou desincentivar práticas, conforme sejam benfazejas ou malfazejas para a vida em sociedade. Condutas difamatórias devem ser reprimidas, inclusive por constituírem forma vil e covarde de vingança indireta", redigiu Manzi. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal Superior do Trabalho.&lt;br&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;00853-2009-033-12-00- 3&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6638385161358215614?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6638385161358215614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/aviso-de-abandono-de-emprego-nao-pode.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6638385161358215614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6638385161358215614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/aviso-de-abandono-de-emprego-nao-pode.html' title='Aviso de abandono de emprego não pode ser publicada em jornais ou assemelhados.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2078789259603970599</id><published>2010-04-07T10:45:00.001-07:00</published><updated>2010-04-07T10:45:48.890-07:00</updated><title type='text'>ADI contesta LC 105-2001, que dá à Receita Federal poder de quebrar sigilo bancário.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado quarta, dia 7 de abril de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="section"&gt;A quebra de sigilo bancário sem autorização judicial foi alvo de críticas do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp). Em reunião conjunta de diretoria e conselho, o Iasp discutiu a Ação Direta de Inconstitucionalidade que contesta o artigo 5º da Lei Complementar 105/2001, norma que assegura a quebra de sigilo bancário imposta pelo governo federal para compensar a falta de mecanismos de fiscalização da movimentação bancária com o fim da Contribuição Provisória sobre a Movimentação (CPMF).&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;Este artigo motivou a edição do Decreto 4.489/2002 e da Instrução Normativa da Receita Federal 802/2007, permitindo a quebra do sigilo bancário sem autorização judicial. A ADI foi apresentada ao Supremo em janeiro de 2008 e foi distribuída ao ministro Menezes Direito. Com a sua morte em setembro de 2009, a ação foi redistribuída ao ministro Dias Toffoli, que o substituiu na corte. Como Toffoli atuou no caso quando atuava na Advocacia-Geral da União, declarou-se impedido e agora o processo está sob relatoria da ministra Ellen Gracie.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na reunião, o advogado Lourival J. Santos, que é o relator do processo na Iasp, apresentou aos conselheiros os pareceres de Gilberto Haddad Jabur e de Daniela Dornel Rovaris, da Comissão dos Novos Advogados. Os dois concluíram pela inconstitucionalidade do artigo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para Jabur, o franqueamento de poderes ao Executivo atinge não só a pessoa física e jurídica, "mas também vulnera o devido e necessário processo legal, sem o qual a devassa da privacidade alheia, ainda que invocada em nome do público interesse, assume foros de execrável e ignominiosa negação do Estado de Direito".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já Daniela considerou que o ato ofende direitos fundamentais inscritos na Constituição. Ela relembrou um voto proferido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, no julgamento de um Mandato de Segurança (21.729-4/DF). "A quebra de sigilo bancário somente pode ser realizada pela autoridade judiciária, dado que esta procederá sempre com cautela, prudência e moderação. Não posso admitir que a parte que há de ser parcial (neste caso o Poder Executivo), possa por suas próprias mãos efetivar a quebra de um direito inerente à privacidade, que a Constituição consagra", declarou o ministro na época.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os pareceres serão encaminhado juntamente do relatório de Lourival J. Santos à Ordem dos Advogados do Brasil, autora da ADI. Dessa forma, o posicionamento do instituto poderá ser apreciado no julgamento. &lt;em&gt;Com informações da assessoria de imprensa do Iasp.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ADI 4.010&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia os pareceres de &lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/parecer-daniela.pdf" target="_blank"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;Daniela Dornel Rovaris&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/parecer-gilberto-jabur.pdf" target="_blank"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;Gilberto Haddad Jabur&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; e a manifestação de  &lt;a href="http://s.conjur.com.br/dl/parecer-lorival.pdf" target="_blank"&gt;&lt;font color="#0000cc"&gt;Lourival J. Santos&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2078789259603970599?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2078789259603970599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/adi-contesta-lc-105-2001-que-da-receita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2078789259603970599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2078789259603970599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/adi-contesta-lc-105-2001-que-da-receita.html' title='ADI contesta LC 105-2001, que dá à Receita Federal poder de quebrar sigilo bancário.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4868589285687533931</id><published>2010-04-06T12:58:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T12:59:00.302-07:00</updated><title type='text'>Netos podem ajuizar ação declaratória de parentesco com o avô cumulada com pedido de herança.</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;form action="/portal_stj/objeto/texto/impressao.wsp" method="post" enctype="multipart/form-data"&gt; &lt;div&gt;STJ - O Tribunal da Cidadania.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;05/04/2010&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="obj_texto_impressao_texto" id="texto_publicado"&gt;A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferiu uma decisão inovadora para o direito de família. Por maioria dos votos, os ministros entenderam que os netos podem ajuizar ação declaratória de relação avoenga (parentesco com avô). Prevaleceu a tese de que, embora a investigação de paternidade seja um direito personalíssimo (só pode ser exercido pelo titular), admite-se a ação declaratória para que o Judiciário diga se existe ou não relação material de parentesco com o suposto avô. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A decisão do STJ reforma acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que extinguiu o processo sem julgamento de mérito por acolher a tese de carência de ação. Os desembargadores decidiram pela impossibilidade jurídica do pedido de investigação de paternidade contra o avô, que não foi investigado pelo filho. Para eles, faltaria aos netos legitimidade para propor a ação, pois eles não poderiam pleitear direito alheio em nome próprio. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A maioria dos ministros da Segunda Seção do STJ acompanhou o entendimento da relatora, ministra Nancy Andrighi, rejeitando a tese do tribunal fluminense. "Sob a ótica da moderna concepção do direito de família, não se mostra adequado recusar aos netos o direito de buscarem, por meio de ação declaratória, a origem desconhecida", acentuou a relatora, no voto. "Se o pai não propôs ação investigatória em vida, a via do processo encontra-se aberta aos seus filhos, a possibilitar o reconhecimento da relação de parentesco pleiteada", concluiu a ministra, destacando que as provas devem ser produzidas ao longo do processo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Após buscar referências na jurisprudência alemã, além de citar julgados do próprio STJ, a relatora destacou que o direito ao nome, à identidade e à origem genética está intimamente ligado ao conceito de dignidade da pessoa humana, assinalando que "o direito à busca da ancestralidade é personalíssimo e possui tutela jurídica integral e especial, nos moldes dos arts. 5º e 226 da CF/88". Dessa forma, os netos, assim como os filhos, possuem direito de agir, próprio e personalíssimo, de pleitear declaratória de parentesco em face do avô, ou dos herdeiros, quando o avô for falecido. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Nancy Andrighi concluiu que é possível qualquer investigação sobre parentesco na linha reta, que é infinita, e, também, na linha colateral, limitado ao quarto grau, ressaltando que a obtenção de efeitos patrimoniais dessa declaração de parentesco será limitada às hipóteses em que não estiver prescrita a pretensão sucessória. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Constou ainda do voto da ministra que "a preservação da memória dos mortos não pode se sobrepor à tutela dos vivos que, ao se depararem com inusitado vácuo no tronco ancestral paterno, vêm, perante o Poder Judiciário, deduzir pleito para que a linha ascendente lacunosa seja devidamente preenchida". &lt;br&gt; &lt;br&gt;A ministra Nancy Andrighi, acompanhada pelos ministros João Otávio de Noronha, Luis Felipe Salomão e o desembargador convocado Honildo Amaral, deu provimento ao recurso especial para anular o acórdão do tribunal local e determinar o prosseguimento da ação. Ficaram vencidos o ministro Sidnei Beneti e o desembargador convocado Vasco Della Giustina. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Caso peculiar &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O caso julgado pela Seção é emblemático por conter uma série de peculiaridades. Ao saber da gravidez, a família do suposto pai, de renome na sociedade carioca, o enviou para o exterior. Há informações nos autos de que, embora a criança não tenha sido reconhecida pelo pai, o avô o reconhecia como neto e prestou-lhe toda assistência material. Mesmo após a morte do suposto avô e fim do auxílio, o filho não reconhecido nunca moveu ação de investigação de paternidade. O suposto pai faleceu em 1997 e o filho em 1999. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Somente após o falecimento de ambos, a viúva e os descendentes do filho não reconhecido ingressaram com ação declaratória de relação avoenga. Para tanto, solicitaram exame de DNA a ser realizado por meio da exumação dos restos mortais do pai e do suposto avô. Com a determinação, pelo STJ, de prosseguimento da ação, as provas deverão ser produzidas.&lt;/div&gt;  &lt;div class="obj_texto_impressao_texto"&gt;Processos: Resp 807849 &lt;/div&gt; &lt;div class="copyright_texto"&gt;©1996 - 2010 - Superior Tribunal de Justiça. Todos os direitos reservados. Reprodução permitida se citada a fonte&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4868589285687533931?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4868589285687533931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/netos-podem-ajuizar-acao-declaratoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4868589285687533931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4868589285687533931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/netos-podem-ajuizar-acao-declaratoria.html' title='Netos podem ajuizar ação declaratória de parentesco com o avô cumulada com pedido de herança.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-253744868992652007</id><published>2010-04-06T12:52:00.001-07:00</published><updated>2010-04-06T12:52:29.578-07:00</updated><title type='text'>STJ. Ex-servidora da CEF pode continuar como beneficiária do plano de saúde.</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;form action="/portal_stj/objeto/texto/impressao.wsp" method="post" enctype="multipart/form-data"&gt; &lt;div&gt;STJ - O Tribunal da Cidadania.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;06/04/2010&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="obj_texto_impressao_texto" id="texto_publicado"&gt;A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão que garantiu a uma ex-servidora da Caixa Econômica Federal (CEF) o direito de permanecer como beneficiária do Programa de Assistência Médica Suplementar (PAMS), mesmo após o período de 24 meses estipulado pela instituição, quando ela aderiu ao Programa de Apoio à Demissão Voluntária (PADV). &lt;br&gt; &lt;br&gt;No caso julgado, a então servidora aderiu ao PADV em julho de 1997, depois de trabalhar na instituição bancária durante 23 anos. O acordo incluía a utilização do plano de assistência por um período adicional de 24 meses após o rompimento do vínculo empregatício. Entretanto, durante a vigência do referido prazo, foi diagnosticada a presença de um tumor maligno no ovário direito da autora. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Em razão da gravidade da moléstia, a ex-servidora requereu sua permanência no plano para dar continuidade ao tratamento médico e controle preventivo contra eventual retorno da doença, já que não teria condições econômicas para arcar com as despesas relativas ao tratamento. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) acolheu o pedido e assegurou à autora o direito de realizar todo o tratamento com os médicos e hospitais conveniados, incluindo exames, internações e cirurgias, mediante o recolhimento de devida contraprestação à entidade patronal. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Para o TRF4, no caso em questão a condição de beneficiária do plano não pode ser interrompida, já que esta não pode ser privada do tratamento que iniciou sob pena de colocar em risco sua saúde, nos termos do artigo 30 da Lei 9656/98, que dispõe: "Ao consumidor que contribuir para plano ou seguro privado coletivo de assistência de saúde, decorrente de vínculo empregatício, no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa, é assegurado o direito de manter sua condição de beneficiário, nas mesmas condições de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma também o pagamento da parcela anteriormente de responsabilidade patronal". &lt;br&gt; &lt;br&gt;O acórdão também concluiu que o parágrafo 1º do referido artigo permite à autora continuar na condição de beneficiária do plano pelo período de um terço do tempo que resulta da soma de tempo desde seu ingresso na CEF até dois anos após a adesão ao PADV, desde que contribuía com sua cota à entidade patronal. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A CEF recorreu contra essa decisão, sustentando, entre outros pontos, que a Justiça Federal é incompetente para julgar a ação por tratar-se de causa trabalhista decorrente de acordo coletivo firmado com a Confederação Nacional dos Empregados de Empresas de Crédito (Contec). Alegou, ainda, que o PAMS não se enquadra na tipologia de plano privado de assistência à saúde definido no citado artigo 30, por não ser um plano aberto ao público e não possuir preço ou contribuição mensal para o participante, só reembolso de despesas, como parte do contrato de trabalho. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Preliminarmente, o relator do processo, ministro Aldir Passarinho Junior, rejeitou a tese de incompetência da Justiça Federal em favor da Justiça Trabalhista. Para ele, o que está em debate não é a relação empregatícia, mas o pedido de prorrogação de assistência de saúde decorrente de plano médico empresarial, matéria essencialmente de índole civil. "Portanto, a Justiça Federal é competente para julgar o feito, em razão do artigo 109, I, da Constituição", destacou em seu voto. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Em relação à questão de fundo, o ministro ressaltou que a decisão do TRF4 foi acertada ao assegurar a eficácia do regime de direitos e deveres dispostos no mandamento legal, já que a lei alcançou o cumprimento do plano de demissão voluntária estabelecido entra as partes, e o período de manutenção da assistência médica foi garantido mediante o pagamento de contraprestação.&lt;/div&gt;  &lt;div class="obj_texto_impressao_texto"&gt;Processos: Resp 583130 &lt;/div&gt; &lt;div class="copyright_texto"&gt;©1996 - 2010 - Superior Tribunal de Justiça. Todos os direitos reservados. Reprodução permitida se citada a fonte&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-253744868992652007?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/253744868992652007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/stj-ex-servidora-da-cef-pode-continuar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/253744868992652007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/253744868992652007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/stj-ex-servidora-da-cef-pode-continuar.html' title='STJ. Ex-servidora da CEF pode continuar como beneficiária do plano de saúde.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-5048622115833138777</id><published>2010-04-06T12:36:00.001-07:00</published><updated>2010-04-06T12:36:22.860-07:00</updated><title type='text'>Estado do RS deve fornecer fraldas geriátricas.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado terça, dia 6 de abril de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;&lt;font size="3"&gt;Notícias&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;É dever do estado fornecer medicamentos, tratamentos ou materiais de higiene. Com esse entendimento, a 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul determinou que o estado forneça fraldas geriátricas a pacientes em 10 dias, sob pena de bloqueio do valor correspondente. Cabe recurso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em recurso contra decisão de primeira instância, o estado do Rio Grande do Sul alegou que ação era descabida, pois não configura pedido de efetivação da tutela à saúde. Para o estado, o fornecimento de fraldas não está previsto pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Estado alegou, ainda, que o bloqueio de valores fere o Código de Processo Civil e a Constituição Federal. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para o desembargador Francisco José Moesch, o estado é parte legítima na demanda e tem obrigação de fornecer medicamentos, tratamentos ou materiais de higiene.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;"O estado, a União e o município são responsáveis solidários, não importando se o sistema de saúde atribui ao estado o provimento de remédios ou ao município os medicamentos essenciais", afirmou o juiz.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo Moesch, não é cabível a ponderação do estado quanto ao princípio da reserva do possível porque não foi comprovada a ausência de recursos. Além disso, segundo o desembargador, o estado não cumpre com o mínimo constitucionalmente exigido para a manutenção à saúde. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;70.034.180.695&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-5048622115833138777?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/5048622115833138777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/estado-do-rs-deve-fornecer-fraldas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5048622115833138777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5048622115833138777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/04/estado-do-rs-deve-fornecer-fraldas.html' title='Estado do RS deve fornecer fraldas geriátricas.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-7029438467228114250</id><published>2010-03-30T11:30:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T11:30:38.837-07:00</updated><title type='text'>AIDS. Justiça decide que Globo deve corrigir informações errôneas, dada por "BBB"</title><content type='html'>&lt;div class="month"&gt;CONJUR - Texto publicado segunda, dia 29 de março de 2010&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="section"&gt;A Rede Globo está obrigada a exibir um esclarecimento à população sobre as formas de contágio do vírus da Aids, definidas pelo Ministério da Saúde, durante a exibição da 10ª edição do programa Big Brother Brasil, até o dia 30 de março, data prevista para o final do programa. A determinação é do juiz Paulo Cezar Neves Junior, da 3ª Vara Civil Federal de São Paulo.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;O participante do &lt;em&gt;reality show&lt;/em&gt; Marcelo Dourado disse, no dia 2 de fevereiro, que um homem portador do vírus da Aids "em algum momento teve relação com outro homem". Dourado afirmou ainda que "hetero não pega Aids", que obteve a informação com médicos e concluiu: "Um homem transmite para outro homem, mas uma mulher não passa para o homem". As declarações foram exibidas pela TV Globo no dia 9 de fevereiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao conceder parcialmente o pedido do Ministério Público Federal, o juiz decidiu que o tempo mínimo seja o mesmo usado para veicular as informações erradas. Ele fixou multa, em caso de descumprimento, no valor de R$ 1 milhão. O MPF instaurou inquérito civil público para apurar o dano à sociedade causado pela exibição, no dia 9 de fevereiro, de uma edição de conversa do participante Marcelo Dourado com outros moradores da casa do BBB 10.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para o autor da ação, o procurador regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, Jefferson Aparecido Dias, ao optar pela exibição desta fala do participante, a emissora acabou "prestando um desserviço para a prevenção da Aids no Brasil".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dias questionou a Globo sobre o episódio e a emissora respondeu que o BBB não conta com um roteiro, sendo espontâneas as manifestações de seus participantes e que, "qualquer manifestação preconceituosa ou equivocada (…) não reflete o posicionamento da TV Globo sobre o tema". Na resposta, a emissora disse ainda que "o esclarecimento feito pelo apresentador do programa foi a providência tomada pela TV Globo, por liberalidade".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para o MPF, a lesão social causada pela declaração de Dourado no programa é evidente, ante o poder de persuasão e de formação de opinião da TV no Brasil. "Num país em que a Aids cresce entre mulheres casadas e idosos, a declaração de Dourado, exibida pela Globo, é ainda mais perigosa e é preciso a intervenção do MPF", afirmou Dias.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para Dias, a Globo "não esclareceu os telespectadores que (as declarações de Dourado) se tratavam de informações absurdas. Pelo contrário, limitou-se a indicar o site do Ministério da Saúde, para que, aqueles que desejassem maiores esclarecimentos, pesquisassem suas dúvidas".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com o MPF, a manifestação da emissora foi insuficiente para esclarecer o público, pois a internet não pode ser considerada o meio mais democrático de acesso às informações em um país cuja parte considerável da população é de analfabetos e semianalfabetos. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério Público Federal em São Paulo e da AGU&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-7029438467228114250?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/7029438467228114250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/aids-justica-decide-que-globo-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7029438467228114250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7029438467228114250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/aids-justica-decide-que-globo-deve.html' title='AIDS. Justiça decide que Globo deve corrigir informações errôneas, dada por &quot;BBB&quot;'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4513629753464832359</id><published>2010-03-30T11:17:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T11:17:34.397-07:00</updated><title type='text'>Google é condenado a pagar apenas R$ 10 mil a procurador da república, por vídeo no youtube.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado terça, dia 30 de março de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;O Google foi condenado a pagar R$ 10 mil ao procurador da República, José Augusto Simões Vagos, por ter hospedado no site de vídeos &lt;em&gt;YouTube&lt;/em&gt; imagens do procurador interrogando um policial federal. A decisão é da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Após a decisão, quem acessa o link do vídeo do procurador no &lt;em&gt;YouTube&lt;/em&gt; lê a mensagem: "Este vídeo foi removido por violação dos termos de uso".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com a decisão de primeira instância, embora o Google não possa ser responsabilizado pela publicação dos vídeos, permitiu que fossem divulgados, "omitindo-se na proibição da veiculação e divulgação das imagens de caráter ofensivo". Em segunda instância, contudo, o valor da indenização foi reduzido de R$ 20 mil para R$ 10 mil. O advogado do procurador disse que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça para aumentar o valor da indenização.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;"Se alguém coloca alguma informação em um site de buscas, a responsabilidade também é do site", enfatizou o advogado João Tancredo, que defende o procurador. "O site é uma atividade econômica e deve arcar com os ônus quando algum vídeo ofensivo é publicado. Eles só querem bônus?", acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com reportagem do &lt;em&gt;G1&lt;/em&gt;, o caso ocorreu em 2008, quando o &lt;em&gt;YouTube&lt;/em&gt; hospedou três vídeos que mostravam o procurador Simões Vagos interrogando um policial federal durante a Operação Furacão. De acordo com a sentença, o Google "propagou imagens desabonadoras e de caráter ofensivo à honra e à imagem" do procurador.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;"A ofensa foi muito grave, e a capacidade econômica do Google, que causou o dano, é enorme. Se for aplicada uma indenização pequena, não vai afetar a estrutura milionária do site. A indenização tem que ser alta para ter um caráter exemplar e de reprimenda", assinalou Tancredo.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4513629753464832359?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4513629753464832359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/google-e-condenado-pagar-apenas-r-10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4513629753464832359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4513629753464832359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/google-e-condenado-pagar-apenas-r-10.html' title='Google é condenado a pagar apenas R$ 10 mil a procurador da república, por vídeo no youtube.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2741910545254950639</id><published>2010-03-30T11:07:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T11:07:36.755-07:00</updated><title type='text'>STJ - Nova súmula exige aviso de recebimento quando citação for por correio.</title><content type='html'>&lt;div class="obj_texto_impressao_titulo_texto" id="texto_titulo"&gt;STJ - 26/03/2010&lt;/div&gt; &lt;div class="obj_texto_impressao_texto" id="texto_publicado"&gt;A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou nova súmula que estabelece a obrigatoriedade do aviso de recebimento nos casos de citação postal. A citação é o ato pelo qual se chama a juízo o réu ou o interessado a fim de se defender. Para a validade do processo é indispensável a citação inicial do réu. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Súmula 429 ficou com a seguinte redação: "A citação postal, quando autorizada por lei, exige o aviso de recebimento". Ela expressa um entendimento reiterado do STJ sobre o tema. Não tem poder vinculante, mas de orientação. É uma posição que deverá ser adotada em julgamentos nas demais instâncias da Justiça Federal e dos estados. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A referência legal da nova súmula são os artigos 215 e 223 do Código de Processo Civil. Assim, a citação pelo correio deve obedecer ao disposto na lei, sendo necessária a entrega direta ao destinatário, de quem o carteiro deve colher o ciente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Desde 1996 esta posição vem sendo adotada. Os ministros também consideraram dez precedentes das Turmas julgadoras do STJ a respeito do tema e um caso julgado na Corte Especial, todos relativos a pessoa física. O precedente analisado pela Corte Especial foi a julgamento em 2005. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Naquele caso, o relator foi o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que analisou a hipótese de divergência entre julgados de órgãos do STJ. O ministro destacou a pessoalidade que deve revestir o ato da citação. A posição eleita foi a de não ser suficiente a entrega da correspondência no endereço do citando, devendo o carteiro entregar a carta diretamente ao destinatário, de quem deve colher a assinatura no recibo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando a citação é para uma pessoa jurídica, em geral as empresas têm setores destinados exclusivamente para o recebimento desse tipo de comunicação, mediante protocolo. No entanto, tratando-se de pessoa física, é preciso considerar a deficiência dos chamados serviços de portaria nos edifícios e condomínios. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Para os ministros, não se pode ter como presumida a citação dirigida a uma pessoa física quando a carta citatória é simplesmente deixada em seu endereço, com qualquer pessoa, seja o porteiro ou qualquer outra que não efetivamente o citando. &lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com o precedente da Corte Especial, o ônus da prova para a demonstração da validade da citação é do autor, e não do réu. "Portanto, não sendo do réu a assinatura no aviso de recebimento, cabe ao autor demonstrar que, por outros meios ou pela própria citação irregular, teve aquele conhecimento da demanda".&lt;/div&gt;  &lt;div class="obj_texto_impressao_texto"&gt;Processos: Eresp 117949; Resp 57370; Resp 1073369; Resp 129867; Resp 208791; RMS 12123; Resp 884164; Resp 80068; Resp 164661; Resp 810934; Resp 712609 &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2741910545254950639?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2741910545254950639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-nova-sumula-exige-aviso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2741910545254950639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2741910545254950639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-nova-sumula-exige-aviso-de.html' title='STJ - Nova súmula exige aviso de recebimento quando citação for por correio.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-5743954192285719187</id><published>2010-03-30T10:58:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T10:58:57.465-07:00</updated><title type='text'>STJ determina suspensão de processos sobre assinatura básica de telefonia nos juizados especiais cíveis.</title><content type='html'>&lt;div class="obj_texto_impressao_titulo_texto" id="texto_titulo"&gt;STJ - 26/03/2010&lt;/div&gt; &lt;div class="obj_texto_impressao_texto" id="texto_publicado"&gt;Liminar deferida pela ministra Eliana Calmon, da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), suspendeu a tramitação, nos juizados especiais cíveis, de todos os processos que discutem a legitimidade da cobrança de assinatura básica da telefonia fixa. A decisão é válida até o julgamento do mérito da reclamação apresentada pela Telemar Norte Leste S/A ao STJ contra decisão da Terceira Turma Recursal Cível Criminal de Salvador (BA). &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Terceira Turma Recursal Cível Criminal reconheceu a inexigibilidade da cobrança da assinatura básica. A telefônica recorreu, então, da decisão, alegando que a sentença proferida divergiu do enunciado nº 356 da Súmula do STJ e de precedentes julgados na Corte Superior, submetidos ao regime do artigo 543 do Código de Processo Civil. Nesse sentido, solicitou a suspensão da sentença e da tramitação dos processos com idêntica controvérsia. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Ao decidir, a ministra suspendeu a decisão proferida pelo juizado e determinou a suspensão de todos os processos em trâmite nos juizados especiais cíveis do país nos quais tenha sido estabelecida a controvérsia semelhante. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A ministra determinou que se oficiem os presidentes dos tribunais de Justiça e os corregedores gerais de Justiça de cada estado e do Distrito Federal, a fim de que comuniquem as turmas recursais acerca da suspensão. Também solicitou informações ao presidente e ao corregedor geral do Tribunal de Justiça da Bahia.&lt;/div&gt;  &lt;div class="obj_texto_impressao_texto"&gt;Processos: Rcl 3924 &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-5743954192285719187?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/5743954192285719187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-determina-suspensao-de-processos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5743954192285719187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5743954192285719187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-determina-suspensao-de-processos.html' title='STJ determina suspensão de processos sobre assinatura básica de telefonia nos juizados especiais cíveis.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-3748611611559015878</id><published>2010-03-30T10:44:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T10:44:42.365-07:00</updated><title type='text'>STJ restabelece aposentadoria integral a servidor portador de Mal de  Parkinson.</title><content type='html'>&lt;div class="obj_texto_impressao_titulo_texto" id="texto_titulo"&gt;STJ - 30/03/2010&lt;/div&gt; &lt;div class="obj_texto_impressao_texto" id="texto_publicado"&gt;"Servidor público aposentado por invalidez permanente, decorrente de doença grave, prevista na legislação regente, tem direito a receber aposentadoria integral, sendo vedado à Administração Pública reduzir proventos com apoio em normas gerais em detrimento de lei específica". Com esse entendimento, a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu o pagamento integral de aposentadoria a servidor público portador do Mal de Parkinson, doença que afeta o sistema neurológico. &lt;br&gt; &lt;br&gt;No caso, o servidor público comprovou com a apresentação de laudo médico oficial ser portador do Mal de Parkinson, doença que possui previsão legal de irredutibilidade de vencimentos na aposentadoria. O servidor questionou no STJ a legalidade do ato administrativo da Advocacia Geral da União que determinou o cálculo de sua aposentadoria de forma proporcional, em vez de integral. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Inconformado, ele ingressou com mandado de segurança no STJ contra ato da AGU que determinou, por meio da Portaria 1.497/2008, o cálculo proporcional da aposentadoria. No ato, a autoridade respalda a decisão pelo teor da Emenda Constitucional 41/03, que barrou o pagamento integral para benefícios nos termos do artigo 40, parágrafo 3º, da Constituição. &lt;br&gt; &lt;br&gt;No entanto, o ministro Napoleão Maia Filho, relator do processo, esclareceu que a Constituição Federal, em seu artigo 40, parágrafo 1º, inciso I, estabelece que o servidor aposentado por invalidez permanente, decorrente de doença grave, será aposentado com proventos integrais. Já a Lei 8112/1990, ao regulamentar o artigo, especifica várias doenças graves, entre as quais o Mal de Parkinson. O ministro explicou que existe uma 'controvérsia jurídica' por parte da autoridade e reiterou que a Terceira Seção já pacificou o entendimento a respeito da Emenda Constitucional 41/03, a qual excetuou expressamente os casos de doenças graves. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Por fim, o ministro Napoleão Nunes determinou a anulação da Portaria 1.497/2008, da Advocacia Geral da União, que determinou o cálculo proporcional da aposentadoria do servidor, devendo ser mantido o pagamento integral dos proventos. A decisão foi unânime.&lt;/div&gt;  &lt;div class="obj_texto_impressao_texto"&gt;Processos: MS 14160&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-3748611611559015878?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/3748611611559015878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-restabelece-aposentadoria-integral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3748611611559015878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3748611611559015878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-restabelece-aposentadoria-integral.html' title='STJ restabelece aposentadoria integral a servidor portador de Mal de  Parkinson.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6913456078200882620</id><published>2010-03-17T11:57:00.001-07:00</published><updated>2010-03-17T11:57:50.389-07:00</updated><title type='text'>Entidade beneficente fica sem imunidade da Cofins.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;&lt;em&gt;Texto publicado quarta, dia 17 de março de 2010.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, cassou decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que reconheceu a imunidade de entidades beneficentes à cobrança da Cofins. Segundo o ministro um orgão fracionário, a 3ª Turma do TRF-3, não pode declarar a inconstitucionalidade e nem afastar a aplicação de uma lei. No entendimento do ministro, esse papel caberia ao colegiado, alcançada a maioria absoluta dos membros do tribunal.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;A decisão se refere ao afastamento da aplicação do inciso X do artigo 14 da Medida Provisória 2.158/01, que limita a imunidade das entidades beneficentes de assistência social relativamente à Cofins. A Reclamação partiu da União com o objetivo de suspender até o seu julgamento final a eficácia da decisão do TRF-3, que garantiu a imunidade a Sociedade Brasileira e Japonesa de Beneficência Santa Cruz. A União busca assim, ver cassado o pronunciamento questionado, garantindo-se a autoridade do teor da Súmula Vinculante 10 do STF, referente à declaração de inconstitucionalidade de uma lei.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A União alega que o órgão fracionário analisou a matéria e concluiu que, ao limitar a imunidade das entidades beneficentes às receitas de atividades próprias, a norma estaria em conflito com as regras de imunidade dispostas nos artigos 9º, inciso IV, alínea "c", e 14 do Código Tributário Nacional. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;RCL 9.192&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6913456078200882620?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6913456078200882620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/entidade-beneficente-fica-sem-imunidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6913456078200882620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6913456078200882620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/entidade-beneficente-fica-sem-imunidade.html' title='Entidade beneficente fica sem imunidade da Cofins.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-5507735787290711967</id><published>2010-03-16T13:18:00.001-07:00</published><updated>2010-03-16T13:18:10.051-07:00</updated><title type='text'>Cade pode aplicar multa por abuso do direito de ação.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;Texto publicado terça, dia 16 de março de 2010&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;img alt="Ver autores" src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif"&gt;Por Eurico Batista&lt;/div&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;A tese é nova no Conselho Administrativo de Defesa Econômica. A &lt;em&gt;sham litigation&lt;/em&gt; é um instituto do Direito norteamericano, uma variação da litigância de má-fé, mas com maior sofisticação. É o abuso do direito de ação judicial para prejudicar a concorrência. No caso em análise no Cade, a Siemens VDO Automotive é acusada de mover ações judiciais para prejudicar uma concorrente no ramo de tacógrafo, a Seva Engenharia Eletrônica. O conselheiro relator, Fernando Furlan, votou pela condenação e aplicação de multa, e o conselheiro Olavo Chinaglia pediu vista do processo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A representação da Seva contra a Siemens chegou à Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça em maio de 2005. Novata no ramo, a empresa trouxe para o Brasil um tacógrafo com sistema digital, abrindo concorrência com os tacógrafos analógicos da Simens, que à época detinha 85% do mercado. Segundo a Seva, ao ver a ameaça à sua posição dominante, a Simens entrou com ações judiciais para exigir que a concorrente cumprisse exigências legais para comercializar o produto. E, ainda, passou a questionar atos do Contran e Inmetro, alegando um conflito de competência entre esses órgãos para regulamentar o novo tacógrafo. O objetivo de tirar a concorrente do mercado teria ficado claro em reuniões que foram gravadas por um diretor da Seva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Além de negar que as reuniões tinham a finalidade de propor formação de cartel, a Siemens questionou a validade das gravações como meio de prova. Alegou que as ações foram movidas apenas para defender o seu direito de exigir que o concorrente cumpra com as normas dos órgãos que regulam o setor. Foram movidas duas ações, um Mandado de Segurança e uma Ação Ordinária, mas foram extintas sem julgamento de mérito por ilegitimidade ativa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conforme consta do relatório do conselheiro Furlan, a SDE foi taxativa, considerou que as reuniões gravadas comprovam o convite à cartelização e que as ações judiciais movidas pela Siemens configuram um caso de &lt;em&gt;sham litigation&lt;/em&gt;. No processo encaminhado ao Cade, a SDE considerou que "nenhum litigante razoável entenderia lhe caber direito líquido e certo em razão da edição da Portaria 50/2001" (do Denatran). Com idêntico fundamento ao Mandado de Segurança, a Ação Ordinária movida pela Siemens está associada a um direito difuso, mas a empresa não tem legitimidade para a defesa desses direitos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com a SDE, ao ajuizar ação alegando interesse particular, fica evidenciada a intenção (da Siemens) de prejudicar a empresa concorrente. "A insistência em pedido já declarado improcedente e a falta de menção ao Mandado de Segurança fracassado também demonstram má-fé da representada. O intuito de prejudicar concorrente é evidenciado por (1) inclusão da Seva no pólo passivo da Ação Ordinária, (2) ataque a novo produto desenvolvido pela Seva e homologado por autoridades competentes e (3) deixar de combater outras portarias emitidas pelas autoridades que não teriam atendido a exigências da Resolução 92/99 (sendo que, de acordo com parecer do Denatran, os problemas técnicos do tacógrafo da Seva são comuns a outros tacógrafos no mercado)".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O conselheiro Fernando Furlan disse que preferiu não usar os termos &lt;em&gt;sham litigation&lt;/em&gt; e cartelização, mas votou pela condenação da Siemens. "A &lt;em&gt;sham litigation&lt;/em&gt; é um instituto norteamericano e tem critérios específicos que esse caso talvez não atendesse. Mas, nós temos em nosso Direito o abuso do direito de ação", explicou o conselheiro, citando o inciso V do artigo 21 da Lei 8.884 (criar dificuldades à constituição, ao funcionamento ou ao desenvolvimento de empresa concorrente ou de fornecedor, adquirente ou financiador de bens ou serviços). Segundo ele, "há vários itens na nossa legislação que configuram uma conduta ilícita" da Siemens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Qualquer empresa tem legitimidade para fazer com que seus concorrentes atendam as exigências legais. "Se fosse isso, não configuraria o ilícito", disse Furlan. Mas, o conselheiro do Cade afirma que "ficou provado que o produto da Siemens não atendia as exigências e ela queria que seu concorrente atendesse. Onde está a legitimidade" (para mover as ações), indaga. "Para mim ficou comprovado o intuito de prejudicar o funcionamento da concorrente."&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fernando Furlan revela também que não se preocupou com a legitimidade da prova apresentada por meio de gravações ambientais de reuniões. A prova foi questionada porque está sendo usada para acusar e a jurisprudência dos tribunais superiores é de que a gravação só pode ser usada para se defender. Para o conselheiro relator, "quando se trata de defesa da concorrência e a parte apresenta uma gravação como prova de convite ou funcionamento de cartel, essa prova vai ser usada para acusar, mas ao mesmo tempo ela é uma forma de defesa. Você não tem como se defender de um cartel a não ser denunciar", argumentou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O mesmo argumento foi usado pelo conselheiro no caso do cartel do gás de cozinha, do Triângulo Mineiro, onde a prova era a gravação de um telefonema. O atual presidente do Cade, Arthur Badin, à época era procurador-geral do órgão e apresentou parecer contrário. O caso é polêmico e o Judiciário ainda vai ter de se manifestar sobre isso, pois as decisões estão sendo questionadas na Justiça. Por enquanto o Cade entende que a gravação pode ser usada como prova até mesmo na acusação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apesar de usar nomenclaturas distintas, Fernando Furlan concorda com as conclusões da SDE. Houve o "exercício abusivo de direito de ação com efeito anticoncorrencial" e, nas gravações, &amp;quot;ficou claro que a Siemens disse para a outra empresa sair do mercado de tacógrafo, ir para o mercado de computador de bordo, com toda a ajuda da Siemens&amp;quot;. Entretanto, o relator revela que em seu voto as duas condutas ilícitas estão sendo consideradas dentro de um conjunto de atos com a mesma finalidade. "Entendi que aquela gravação é um corolário de atitudes que a empresa já vinha tomando em relação à sua concorrente. Foi um conjunto de ações que me fizeram entender que a empresa cometeu um ilícito antitruste. Aquelas ações judiciais que a empresa moveu para tentar tirar a concorrente do mercado, criando dúvida regulatória que na verdade não existia", explicou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As multas que o Cade pode aplicar às empresas que praticam atos anticoncorrenciais variam de 1% a 30% do faturamento da empresa condenada. "Recomendei a multa de 1%, quem em valores gira em torno de R$14 milhões", revela o conselheiro. Considerando que a empresa tem atenuante, porque agiu explicitamente com ações judiciais, Furlan comentou que não tinha alternativa, pois aplicou a multa mínima. "O valor pode ser alto, mas é o mínimo", disse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O presidente do Cade, Arthur Badin, disse que só poderá falar sobre o caso depois que apresentar seu voto. Ele não quis comentar se o caso se classifica como &lt;em&gt;sham litigation&lt;/em&gt;, mas reconheceu que "é a primeira vez que o órgão analisa o exercício do abuso da posição dominante por meio de ações judiciais contra medidas regulatórias, para impedir a entrada de um concorrente no mercado". Sobre o fato das empresas questionarem as decisões do CADE na Justiça, Badin considerou que "é um tipo de atitude que serve para postergar o cumprimento da decisão do CADE, que é importante para o mercado e a defesa dos consumidores. Ainda que a empresa perca em todas as instâncias, ela coloca uma dúvida jurídica na decisão do CADE e com isso prejudica o concorrente", concluiu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Posições distintas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Além do presidente do Cade, faltam os votos de cinco conselheiros. A previsão é que o caso volte a julgamento somente no mês de abril. Até agora, o único conselheiro que votou foi favorável à condenação, seguindo entendimento semelhante ao da SDE, um pouco diferente da convicção da Procuradoria do Cade, mas diverso da conclusão do Ministério Público.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Procuradoria concluiu pela condenação da representada pelo uso abusivo do direito de ação, mas não aceita a legitimidade das gravações como meio de prova e considera, ainda que as provas sejam legítimas, que não houve convite à cartelização. O Ministério Público Federal teve entendimento invertido. Afasta a alegação de abuso de direito de petição ou de direito de ação, mas vê as reuniões das duas empresas como prejudiciais à ordem econômica e aduz que a mera tentativa (de cartelização) já ocasiona perda dinâmica para o consumidor.  O MPF sugere a condenação da representada e de seu preposto, em grau mitigado. Sugere, ainda, a criação de grupo de trabalho destinado ao exame, sob o ponto de vista da defesa da concorrência, de aspectos relacionados a este setor econômico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Processo 08012.004484/2005-51 &lt;/strong&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line full"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:eurico%40consultorjuridico.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Eurico Batista&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt; é correspondente da &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt; em Brasília.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-5507735787290711967?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/5507735787290711967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/cade-pode-aplicar-multa-por-abuso-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5507735787290711967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5507735787290711967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/cade-pode-aplicar-multa-por-abuso-do.html' title='Cade pode aplicar multa por abuso do direito de ação.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-5827578614820461015</id><published>2010-03-15T12:42:00.001-07:00</published><updated>2010-03-15T12:42:32.822-07:00</updated><title type='text'>Juíza que delegava decisões é afastada pelo Tribunal de Justiça.</title><content type='html'>&lt;div id="page"&gt; &lt;h1 id="logo"&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;&lt;img alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;div class="topMenu"&gt; &lt;div class="month"&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;Texto publicado sábado, dia 13 de março de 2010&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="navMenu"&gt; &lt;div class="wrapper"&gt; &lt;div class="section"&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;Notícias&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="line"&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="text"&gt; &lt;h1 id="textTitle"&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;TJ afasta juíza acusada de "terceirizar" decisões&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="authorsTop"&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;&lt;img alt="Ver autores" src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif"&gt;Por Fernando Porfírio&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="body"&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;O Órgão Especial do Tribunal de Justiça paulista afastou, cautelarmente, por 90 dias a juíza titular de uma vara na Grande São Paulo. A decisão foi tomada, por votação unânime, em sessão reservada do colegiado. Uma visita da Corregedoria Geral de Justiça flagrou irregularidades que vão desde o acúmulo de processos parados e fora de planilhas até a delegação da função de tomar decisões a servidores e advogados. Outra correição está marcada para a próxima semana.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;Se comprovada, a acusação de delegação de função é vista pela corregedoria e pelos integrantes da cúpula do Judiciário paulista como falta de natureza grave. Uma sindicância será instalada para apurar a denúncia. A magistrada será ouvida, quando apresentará sua versão e terá direito à ampla defesa e ao contraditório. Só depois disso, o Órgão Especial irá se manifestar pela instalação ou não de procedimento administrativo disciplinar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;Uma juíza de Osasco foi deslocada para substituí-la enquanto durar seu afastamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="authorInfo"&gt;&lt;a name="autores"&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="author"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;a class="name" href="mailto:fernando.porfirio%40uol.com.br"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="garamond,serif" size="4"&gt;Fernando Porfírio&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="bio"&gt;&lt;font face="garamond,serif"&gt;&lt;font size="4"&gt; é repórter da revista &lt;strong&gt;Consultor Jurídico&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-5827578614820461015?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/5827578614820461015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/juiza-que-delegava-decisoes-e-afastada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5827578614820461015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5827578614820461015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/juiza-que-delegava-decisoes-e-afastada.html' title='Juíza que delegava decisões é afastada pelo Tribunal de Justiça.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6305887116457377567</id><published>2010-03-10T12:00:00.001-08:00</published><updated>2010-03-10T12:00:03.493-08:00</updated><title type='text'>STJ: morosidade em julgar apelação dá direito a liberdade provisória.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width="100%" border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD colSpan=2&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN class=texto-geral&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;SPAN class=texto-geral&gt;09/03/2010&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN class=texto-destaque&gt;Morosidade no julgamento da apelação leva STJ a conceder liberdade a condenado &lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD colSpan=2&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD colSpan=2&gt; &lt;DIV class=texto-geral id=Texto&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Um preso do estado de São Paulo poderá aguardar em liberdade o julgamento do recurso de apelação. O processo está pendente de análise no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) há três anos e meio, o que foi considerado pelos ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) como "morosidade excessiva".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O relator do habeas corpus, desembargador convocado Celso Limongi, considerou a demora injustificada, o que caracteriza constrangimento ilegal. Para ele, é certo que o julgamento do recurso de apelação criminal não tem prazo fixado na lei processual, mas é essencial que o alongamento observe os limites da razoabilidade. A decisão da Sexta Turma foi unânime.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;No caso, o condenado responde à ação penal por roubo. Foi condenado a 13 anos e um mês de reclusão. Preso, recorreu da sentença. A apelação foi ajuizada em junho de 2006. Em 8 de agosto de 2007, a apelação foi conclusa ao desembargador relator do TJSP. Desde então, não houve a prática de nenhum outro ato que indicasse estar o recurso próximo de ser julgado.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Fonte: STJ&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6305887116457377567?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6305887116457377567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-morosidade-em-julgar-apelacao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6305887116457377567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6305887116457377567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-morosidade-em-julgar-apelacao-da.html' title='STJ: morosidade em julgar apelação dá direito a liberdade provisória.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-3235479594179150790</id><published>2010-03-09T07:14:00.001-08:00</published><updated>2010-03-09T07:14:52.016-08:00</updated><title type='text'>TST nega equiparação de empregada de lotérica a bancários.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado segunda, dia 8 de março de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;TST nega equiparação de empregada de lotérica&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A atividade preponderante das casas lotéricas é a comercialização de todas as loterias federais e produtos conveniados. Logo, seus empregados não se enquadram na categoria profissional dos bancários e não podem se beneficiar das normas coletivas da categoria. O entendimento é da 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Segundo o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, relator dos recursos de revista da Caixa Econômica Federal e da Lotérica Rover, o tema sobre se os empregados de casas lotéricas, exercendo atribuições da parceria com a CEF, enquadram-se ou não na condição de bancários e se beneficiam das suas normas coletivas tem sido objeto de inúmeras demandas judiciais.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O relator esclareceu que foi a partir da Resolução 2.707/2000 do Banco Central, autorizando a contratação de empresas para o desempenho da função de correspondente, que a CEF, no mesmo ano, iniciou o programa de democratização dos serviços da instituição, com a contratação de casas lotéricas como correspondentes bancários, com o objetivo de atingir milhares de cidades ainda sem serviços bancários.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;No entanto, ao examinar a decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina, o ministro Corrêa da Veiga manifestou entendimento diverso. O relator ressaltou que as casas lotéricas não exercem as atividades privativas de uma instituição financeira, mas apenas os seus serviços básicos. Além disso, com exceção da categoria profissional diferenciada, o critério a ser utilizado para o enquadramento sindical, afirmou o ministro, "é o da atividade preponderante da empresa, e não, ressalte-se, a exercida pelo empregado", como entendeu a segunda instância.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;A 6ª Turma, então, resolveu julgar improcedente o pedido de enquadramento da trabalhadora como bancária.&lt;EM&gt; Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal Superior do Trabalho.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;RR - 142500-60.2007.5.12.0010&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-3235479594179150790?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/3235479594179150790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/tst-nega-equiparacao-de-empregada-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3235479594179150790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3235479594179150790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/tst-nega-equiparacao-de-empregada-de.html' title='TST nega equiparação de empregada de lotérica a bancários.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6995102644607388045</id><published>2010-03-09T07:11:00.001-08:00</published><updated>2010-03-09T07:11:13.364-08:00</updated><title type='text'>STJ edita súmula pela ilegalidade da prisão de depositário infiel.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado segunda, dia 8 de março de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Nova súmula do STJ descarta prisão de depositário&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Agora é súmula. Não cabe a prisão civil do depositário judicial infiel. O texto do projeto apresentado pelo ministro Felix Fischer foi aprovado, por unanimidade, na última sexta-feira (5/3) pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça. A Súmula 419 afirma: "Descabe a prisão civil do depositário judicial infiel". &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O entendimento tem como base o artigo 5º, LXVII, da Constituição Federal de 1988, o artigo 543-C, do Código de Processo Civil, o artigo 7º, parágrafo 7º, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, e artigo 2º, parágrafo 1º da Resolução 08/2008-STJ. E pacifica a visão do STJ sobre o tema.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"O Supremo Tribunal Federal, no dia 3 de dezembro de 2008, fixou o entendimento de que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos, aos quais o Brasil aderiu, têm status de norma supralegal, razão pela qual pacificou o entendimento quanto à impossibilidade de prisão civil de depositário judicial infiel", disse o desembargador Carlos Fernando Mathias, então convocado pelo STJ, no julgamento do Habeas Corpus 115.892, julgado pela 4ª Turma em março de 2009.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Corte Especial corroborou com tal entendimento ao julgar, pelo rito da Lei dos Recuros Repetitivo, o Resp 914.253-SP, da Fazenda Pública de São Paulo, que ajuizou execuções fiscais para a cobrança de ICMS, proveniente de débito declarado e não pago. Houve a penhora de bens, com nomeação de depositário, do qual foi requerida a prisão civil, em virtude de não terem sido encontrados os bens, que seriam objeto do leilão.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O juízo singular negou o pedido de prisão, ordenando a intimação da executada para que indicasse onde estariam os referidos bens, sob pena de imposição de multa, nos termos do artigo 601 do CPC. A Fazenda Estadual entrou com Agravo de Instrumento, que foi negado, ao fundamento de que a medida extrema acabaria por violar o Estatuto do Idoso, haja vista a idade da depositária (84 anos).&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;No Recurso Especial, a Fazenda alegou ofensa aos artigos 148, 902 e 904 do CPC; 627, 629 e 652 do Código Civil, bem como ao artigo 5º, LXVII da CF/88. Argumentou que o depositário deveria zelar pela guarda e conservação dos bens penhorados, consoante previsão expressa do Código Civil, uma vez que atuaria como auxiliar da Justiça, de direito público. Deveria responder, então, civil e criminalmente pelos atos praticados em detrimento da execução.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Corte Especial do STJ negou o recurso. Segundo o ministro Luiz Fux, em seu voto, o Supremo Tribunal Federal consolidou entendimento no sentido de que a incorporação do Pacto de São José da Costa Rica ao ordenamento jurídico brasileiro com status de norma supralegal restringiu a prisão civil por dívida ao descumprimento voluntário e inescusável de prestação alimentícia. "Com isso, concluiu aquela Corte Suprema que os tratados internacionais de direitos humanos que tratam da matéria derrogaram as normas infralegais autorizadoras da custódia do depositário infiel", acrescentou.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Com a edição da súmula, basta a sua indicação pelo relator quando do julgamento de casos iguais. &lt;EM&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6995102644607388045?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6995102644607388045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-edita-sumula-pela-ilegalidade-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6995102644607388045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6995102644607388045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/stj-edita-sumula-pela-ilegalidade-da.html' title='STJ edita súmula pela ilegalidade da prisão de depositário infiel.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-8878352270548728526</id><published>2010-03-09T07:06:00.001-08:00</published><updated>2010-03-09T07:06:56.205-08:00</updated><title type='text'>Manifesto erro material [de cálculo] decorrente de lei é sanável em qualquer grau.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado segunda, dia 8 de março de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Erro de cálculo pode ser corrigido em qualquer fase&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Erro de cálculo proveniente de conversão de moeda é corrigível a qualquer momento, de ofício ou a requerimento da parte, sem que daí resulte ofensa à coisa julgada. É o que decidiu a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao confirmar decisão que reconheceu a ocorrência do erro material. No caso, a Contadoria utilizou, equivocadamente, índice de ORTN'S mil vezes maior, hiperestimando em mil vezes a dívida.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Com base em vários precedentes da Corte, o relator da matéria, desembargador convocado Honildo Amaral de Mello Castro, reiterou que o erro material ou de cálculo contido na liquidação quando de conversão de moeda, assim reconhecido nos autos, deve ser alterado em qualquer fase ou instância, corrigindo o equívoco.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;De acordo com os autos, a Turma determinou que o cálculo referente à multa seja refeito para adequá-lo ao valor correto. Em 2009, o colegiado já havia tomado decisão idêntica em relação à multa de 20% imposta a título de litigância de má-fé.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Hugolândia sustentou que a Vale do Rio Doce não impugnou o valor da causa, e que a existência de erro de cálculo altera, tão-somente, o crédito exequendo, jamais o valor da causa, porquanto este corresponde ao pedido e cujos conceitos são distintos. Assim, operada a preclusão e a coisa julgada, não se poderia alterar o valor da condenação que teve como base o valor da causa.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Segundo relator, o valor atribuído à execução principal, reconhecidamente indevido, provocou uma exorbitante sucumbência porque, com base nele, a sanção aplicada pelo Tribunal de Justiça em 1% sobre o valor da causa também tomou proporções mil vezes maior do que efetivamente seria devida. Assim, segundo ele, permitir a execução de R$ 150 mil a título de multa , quando, em verdade, o proveito econômico da causa é mil vezes menor, seria prestigiar o enriquecimento ilícito, porquanto esse crédito teve como base valor reconhecidamente equivocado.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Para ele, o sistema processual não admite que o erro material decorrente de lei - como é o caso da ORTN - possa continuar a gerar o ilícito, pois o enriquecimento sem causa não encontra amparo legal. "O acessório segue o principal. Se o crédito da execução principal, após identificado erro material, era, em verdade, mil vezes menor - R$ 15 mil e não R$ 15 milhões -, a multa aplicada nos autos não poderia ser superior ao próprio crédito, ao argumento de ocorrência de preclusão e coisa julgada", concluiu o relator.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Em 1939, a então Companhia Estrada de Ferro Vitória Minas, sucedida pela Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), ajuizou ação demarcatória contra a Hugolândia. Em 1957, as partes firmaram acordo extrajudicial no qual a CVRD pagaria à Hugolânida a importância de Cr$ 1.250.000,00 (hum milhão, duzentos e cinqüenta mil cruzeiros) em três prestações, sendo a primeira de Cr$ 250.000,00 e as demais de Cr$ 500.000,00.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A CVRD honrou as duas primeiras prestações, mas a terceira parcela não foi paga. A Hugolândia acionou a Justiça para garantir a execução de seu crédito. A ação transitou em julgado e o feito foi encaminhado à Contadoria para liquidação se sentença. Em 1993, depois de muitas divergências e impugnações de cálculos, a parcela devida foi fixada em Cr$ 504.197.389.291,00 (quinhentos e quatro bilhões, cento e noventa e sete milhões, trezentos e oitenta e nove mil, duzentos e noventa e um cruzeiros), que convertida pela Contadoria para a moeda real, em 1995 , resultou em R$ 12.365.480,22 (doze milhões, trezentos e sessenta e cinco mil, quatrocentos e oitenta reais e vinte dois centavos).&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Vale do Rio Doce continuou interpondo recursos para impugnar o valor executado. Foram tantos, que o Poder Judiciário do Espírito Santo entendeu que tal conduta era de má-fé e meramente protelatória e aplicou duas multas contra a Companhia: por litigância de má-fé (20% do valor da causa) e pelo artigo 538, § único, do CPC (1% do valor da causa).&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Na ocasião, a execução principal, então apurada em R$ 12 milhões, já superava a casa de R$ 15 milhões. Assim, a primeira execução de multa (litigância de má-fé), alcançou o valor de R$ 3 milhões e a segunda sanção foi executada por R$ 150 mil.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O feito principal prosseguiu com o levantamento do crédito de R$ 15 milhões pela credora. A empresa Hugolândia, em execução complementar, pleiteou a diferença de expurgos inflacionários ocorrido no trâmite da execução principal, cobrando mais R$ 3 milhões em desfavor da CRVD.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Ao julgar recurso de apelação interposto pela Vale, o Tribunal de Justiça identificou o erro material ocorrido na execução principal e reconheceu que a Contadoria se equivocou na elaboração do cálculo da liquidação ao aplicar índice de ORTN'S mil vezes maior. &lt;EM&gt;Com informações da Assessoria de Superior Tribunal de Justiça.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Resp 337.567&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-8878352270548728526?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/8878352270548728526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/manifesto-erro-material-de-calculo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8878352270548728526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8878352270548728526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/manifesto-erro-material-de-calculo.html' title='Manifesto erro material [de cálculo] decorrente de lei é sanável em qualquer grau.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2222398469904849977</id><published>2010-03-09T07:01:00.001-08:00</published><updated>2010-03-09T07:01:27.690-08:00</updated><title type='text'>Princípio da bagatela é inaplicável, se há maus antecedentes.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado segunda, dia 8 de março de 2010.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;STF decide não aplicar princípio da insignificância.&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O princípio da insignificância não pode ser aplicado se há comportamento que ostenta maus antecedentes na prática de crimes contra o patrimônio. Com esse entendimento, a ministra do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie, negou liminar para suspender a ação penal contra um homem que furtou blusas infantis no valor total de R$ 10,95.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Defensoria Pública entrou com pedido de Habeas Corpus. Alegou que trata-se de um criminoso de menor potencial e insignificante. O acusado foi condenado a um ano e seis meses, em regime semiaberto, por furto de cinco blusas infantis que foram devolvidas posteriormente à vítima. O recurso já havia sido negado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e pelo Superior Tribunal de Justiça.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Ellen Gracie transcreveu fundamentos do STJ de que não se pode aplicar o princípio da insignificância ao comportamento que ostenta maus antecedentes na prática de crimes contra o patrimônio. "Com efeito, da leitura do acórdão impugnado na inicial, verifico que o ato se encontra devidamente motivado, apontando as razões de convencimento da Corte para a denegação da ordem", destacou a ministra.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Ainda de acordo com a decisão, para se conceder o pedido, seria necessário demonstrar que houve constrangimento ilegal, o que não parece ser o caso desse processo, concluiu a relatora. Por isso, a ministra negou a liminar e, em seguida, encaminhou o processo à Procuradoria-Geral da República para opinar sobre o caso. &lt;EM&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;HC 102.080&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2222398469904849977?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2222398469904849977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/principio-da-bagatela-e-inaplicavel-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2222398469904849977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2222398469904849977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/principio-da-bagatela-e-inaplicavel-se.html' title='Princípio da bagatela é inaplicável, se há maus antecedentes.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1930501034759098676</id><published>2010-03-06T10:08:00.001-08:00</published><updated>2010-03-06T10:08:13.129-08:00</updated><title type='text'>Fiador que não participa de novo pacto se livra de processo de execução.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado quarta, dia 17 de fevereiro de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Fiador que não participa de pacto se livra de execução&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A existência de acordo formulado entre locadora e locatário parcelando os aluguéis vencidos que foram cobrados na ação de despejo é suficiente para caracterizar a moratória. Logo, na falta de participação dos fiadores no pacto moratório, descumprido pelo locatário, não podem responder pela execução do acordo. A decisão é da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que acolheu recurso de dois fiadores para restabelecer sentença de primeira instância.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;No caso, a locadora ajuizou ação de despejo por falta de pagamento cumulada com rescisão e cobrança dos débitos locatícios contra o locatário. Os pedidos foram acolhidos para condenar o locatário a pagar à locadora a importância de mais de R$ 3 mil, atualizada em julho de 2002.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Em garantia ao contrato de locação, os fiadores ofereceram, como caução, imóvel de sua propriedade. Com fundamento no artigo 38, parágrafo 1º, da Lei 8.245/91 (Lei do Inquilinato), a locadora ajuizou ação de execução de título extrajudicial — escritura pública de caução de bem contra os garantidores —, para receber o valor declarado na ação de despejo combinada com cobrança.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;No curso da demanda, a locadora apresentou um documento no qual firmava acordo com o locatário sobre os valores cobrados na ação, os quais, atualizados, atingiam a quantia de mais de R$ 5 mil, calculada para o mês de fevereiro de 2003, sendo certo que o locatário pagaria 20 parcelas mensais, atualizáveis e sucessivas — juros de 1% ao mês e correção monetária pelo IGP-M, de R$ 300 com vencimento a partir de março de 2003. Também nos termos do referido acordo, a caução permaneceria vigente até a quitação efetiva de tais débitos, quando então a execução deveria ser extinta.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Descumprido o pacto, a locadora pediu a inclusão no pólo passivo do locatário, em substituição aos fiadores, bem como solicitou a intimação destes. Acolhido os pedidos e procedidas tais alterações, o juiz de direito determinou a penhora do imóvel dado em garantia. Constrito o bem, os fiadores ofereceram Embargos à Execução, que foram julgados procedentes ao entendimento de que o acordo firmado entre locatário e locadora sem anuência dos fiadores caracteriza a moratória, extinguindo a fiança, nos termos do artigo 838, inciso I, do Código Civil de 2002.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;O&amp;nbsp;questionamento&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Inconformada, a locadora recorreu da decisão. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acolheu parcialmente o recurso por entender que os fiadores hão de responder pelos aluguéis e encargos contratuais que já se encontravam vencidos na data em que firmado o acordo, pois os fiadores não se exoneram destes pagamentos, já que respondem à obrigação que assumiram em contrato.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Os fiadores também recorreram da decisão ao STJ. Sustentaram que não há como exigir as prestações pactuadas no contrato de locação, bem como as obrigações que se originaram da novação, da qual não participaram os fiadores, tanto mais quando reconhecida a ocorrência da moratória pelo Tribunal de origem.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;O ministro Og Fernandes destacou que é pacífico no STJ o entendimento segundo o qual o parcelamento da dívida, com prorrogação do prazo além do vencimento da obrigação, concedida pelo locador à locatária, sem anuência dos fiadores, caracteriza a moratória a que se refere o artigo 1.503 do Código Civil de 1916. &lt;EM&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;REsp 990.073&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1930501034759098676?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1930501034759098676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/fiador-que-nao-participa-de-novo-pacto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1930501034759098676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1930501034759098676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/fiador-que-nao-participa-de-novo-pacto.html' title='Fiador que não participa de novo pacto se livra de processo de execução.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-934572029623320124</id><published>2010-03-06T09:46:00.001-08:00</published><updated>2010-03-06T09:46:29.503-08:00</updated><title type='text'>Caso Arruda/DF: resumo dos votos dos Ministros do STF, em mais um HC.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado sexta, dia 5 de março de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Supremo mantém prisão preventiva de Arruda&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=authorsTop&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Ver autores" src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif"&gt;Por Eurico Batista&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Por 9 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão preventiva do governador licenciado do Distrito Federal, José Roberto Arruda. A prisão foi decretada pelo STJ em 11 de fevereiro último. O relator do Habeas Corpus 102.732, ministro Marco Aurélio, considerou que as provas apresentadas na denúncia feita pelo Ministério Público evidenciam o interesse do governador em corromper testemunhas e forjar provas para sua defesa no Inquérito 650, do STJ.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O ministro Marco Aurélio disse que o Ministério Público requereu a prisão preventiva do governador e o STJ acolheu pelas razões apresentadas, visando preservar a ordem pública e a instrução da ação penal. Para ele, restou comprovada a tentativa de subornar testemunha e falsificar documentos que serviria de prova.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"Estamos diante de dados concretos que evidenciam a ofensa à ordem pública. Além disso, tudo veio a ser implementado, conforme apurações e os depoimentos, a partir do Palácio do Governo e por iniciativa de esdrúxulas manobras do governador", disse o relator.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O ministro Dias Toffoli divergiu do relator, considerando que a Lei Orgânica do DF ainda prevê a necessidade de autorização do Legislativo local para a abertura de ação contra o governador e o mesmo deve ser entendido quanto à prisão preventiva. O ministro disse que, com a abertura de processo de &lt;EM&gt;impeachement&lt;/EM&gt; contra o governador, não se pode alegar que a Câmara Legislativa não autorizaria a abertura do processo contra Arruda. Apesar disso, o ministro fez questão de dizer que "algumas alegações da defesa não procedem, pois o presidente do STJ teve cuidado de ouvir toda a corte e o relator do Inquérito, ministro Fernando Gonçalves, também teve toda a cautela para que, diante das circunstâncias do caso, a decisão fosse ratificada pelo colegiado". Para ele, "não houve nenhuma ilegalidade na decisão".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Cármen Lúcia disse que ficou demonstrado o abuso de poder e entendeu que houve fundamentação na decisão do STJ, "tanto que houve debate e voto vencido", afirmou. A ministra ressaltou que "a Constituição não distingue a autoridade pública para privilegiar, até porque privilégios não combinam com a República". Ela considerou que ficou comprovado o risco à ordem pública e que não se configurou ilegalidade na decisão do STJ.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Ricardo Lewandowski concordou que a jurisprudência do STF exige a necessária autorização do parlamento quando se trata de início da Ação Penal contra governador. Mas, divergiu quanto à prisão cautelar, pois é esta é decretada justamente para assegurar a coleta de provas. Ele considerou que são inúmeras acusações e disse que quando se trata de prisão preventiva não há contraditório nem ciência ao investigado. Para Lewandowski, a decisão que decretou o afastamento do governador do cargo tem a natureza de uma interdição provisória de direitos, que é muito comum no Direito. "É possível afastar porque há uma consequência lógica pelo impedimento que lhe resta para exercer o cargo", disse.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Os ministros Cezar Peluso, Celso de Mello e Ayres Brito se manifestaram de forma parecida. Celso de Mello afirmou que o comportamento do governador é uma hipótese clássica de necessidade da prisão preventiva. Segundo Celso de Mello, a ordem jurídica não pode permanecer indiferente às condutas daqueles que agem com desvios éticos e devem ser penalizados criminalmente. Os governadores devem responder pelos seus comportamentos incompatíveis com o conceito de responsabilidade que decorre do princípio republicano.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Cezar Peluso disse que a prisão preventiva não pode depender de licença prévia. Ele não viu ilegalidade na alegada rapidez com que o STJ tomou a decisão. "É até louvável porque o caso era de urgência. O paciente não foi ouvido, mas até os próprios indiciados nem sempre são ouvidos. Se há incidente de pedir prisão preventiva não há aplicação plena do princípio do contraditório". O ministro disse que o governador tem poder para atrapalhar o curso das investigações e a conclusão do Inquérito. Entendeu que os crimes de corrupção de testemunhas e falsidade ideológica demonstram a necessidade de sua prisão preventiva porque interferem na investigação.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O ministro Ayres Britto disse que os fundamentos da prisão preventiva se sobrepõem aos do Habeas Corpus. "Não há processo, mas um Inquérito, um pré-processo. Se obstaculizar estaremos blindando as autoridades." As garantias constitucionais são menores no Inquérito, não há abertura de espaço para ampla defesa e contraditório, que são assegurados nos processos administrativos e judiciais. No Inquérito não há acusado nem litigantes para que hajam esses institutos. "Dói na alma e no coração ver um governador sair do palácio para a cadeia, mas é preciso que o Estado reaja aos que agem fora da lei."&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Joaquim Barbosa afastou a necessidade de autorização da Câmara Legislativa para se decretar a prisão preventiva do governador. O ministro considerou inconstitucional o artigo&amp;nbsp; da Lei Orgânica do DF que reproduz o artigo 51 da Constituição Federal, pois não vê igualdade entre o governador e o presidente da República. Sobre o argumento de perseguição ao governador, o ministro disse que os fatos mostram ao contrário.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Ellen Gracie concordou com a maioria e disse que não viu força suficiente para abalar a decretação da prisão&amp;nbsp; do governador, que ela entende como muito bem fundamentada pelo STJ.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes acrescentou que "o caso tem conotações que fogem aos aspectos padrões dos escândalos políticos" e defendeu cautela diante do que ele chamou de teoria do risco. Para ele, as pessoas que ocupam cargo de chefe de Executivo, nas três esferas, "estão ligadas a processos que não podem sofrer paralisações". O presidente do STF reconhece que os problemas no DF "são sérios e estão numa dimensão inimaginável. Tenho muito mais dúvida do que convicção, principalmente quanto a ação controlada. Há histórias que correm nos bastidores, mal acabadas, mal alinhavadas, mas que mostram que há muita corrupção dos dois lados". O ministro colocou em dúvida se a "prisão aparentemente justificada" à época ainda subsistiria. E lamentou que "não há medida alternativa para prisão provisória".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;A defesa&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;O advogado Nélio Machado alegou ilegalidade na decisão do STJ, pois o governador não foi ouvido. Para ele, não houve devido processo legal nem se considerou a presunção de inocência. Reclamou que o STJ decidiu sob pressão do Ministério Público, em sessão que até a imprensa sabia, menos o acusado e seus advogados. E até hoje o&amp;nbsp; STJ não recebeu o memorial e a petição de defesa do governador.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"Arruda nunca foi ouvido em Inquérito nenhum", disse o advogado. Disse que O STJ "se reuniu sem advogado presente e apreciou em duas horas uma peça enorme do Ministério Público. O ministro Fernando Gonçalves transcreveu a íntegra da petição do MP e concluiu em poucas linhas", afirmou.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Nélio Machado desqualificou as pessoas envolvidas nos flagrantes, que para ele foram preparados. Alegou que a prisão é pior para um homem público do que responder a uma Ação Penal. "Houve um tratamento desigual, porque tantos respondem em liberdade. À exceção de Nilson Naves e Teori Zavascki, os ministros decidiram monossilabicamente. O presidente do tribunal não se preocupou com a presença da defesa. Estamos trabalhando sob a presunção de culpa, não se fala em devido processo legal", disse.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"O governador está preso numa masmorra, não pode ir ao banheiro e eu nunca tive privacidade com meu cliente", reclamou o advogado. Para ele, os fatos configuram "uma&amp;nbsp; punição antecipada, um linchamento". Ele negou que foi proposta a renúncia em troca da liberdade. O que eu disse é que o governador, pelo que passa, não tem condições psicológicas para assumir, está numa situação vexatória e só se preocupa em voltar para a família. Sua vida política está acabada a despeito de ter os maiores índices de aprovação popular", disse.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Apesar disso, o advogado alegou que não existe nexo causal e indagou se não há necessidade de provar a autoria dos fatos ao governador. "Desejam pegar a qualquer preço o Arruda, que está de bode expiatório neste caso. As filmagens foram feitas de forma proposital e provavelmente até aquele que suborna está envolvido. São armações. Arruda quer só o direito de se defender em liberdade", concluiu.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV class="line full"&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=authorInfo&gt;&lt;A name=autores&gt;&lt;/A&gt; &lt;DIV class=author&gt;&lt;SPAN class=name&gt;&lt;A class=name href="mailto:eurico%40consultorjuridico.com.br"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Eurico Batista&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN class=bio&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; é correspondente da &lt;STRONG&gt;Consultor Jurídico&lt;/STRONG&gt; em Brasília.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-934572029623320124?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/934572029623320124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/caso-arrudadf-resumo-dos-votos-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/934572029623320124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/934572029623320124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/caso-arrudadf-resumo-dos-votos-dos.html' title='Caso Arruda/DF: resumo dos votos dos Ministros do STF, em mais um HC.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-8263841403854742479</id><published>2010-03-06T09:34:00.000-08:00</published><updated>2010-03-06T09:35:00.423-08:00</updated><title type='text'>DETRAN. Depósito prévio para recurso contra multa é suspenso.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado sexta, dia 5 de março de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Depósito para recurso contra multa é suspenso&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O Departamento Nacional de Trânsito encaminhou ofício aos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito informando que a exigência de depósito prévio para ingresso de recursos contra multas está suspensa. O Denatran reconheceu a inconstitucionalidade da cobrança após recomendação do Ministério Público Federal no Ceará.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de dinheiros ou bens para admissibilidade de recurso administrativo", diz o texto da Súmula vinculante 21 do Supremo Tribunal, publicada em 10 de novembro de 2009.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Dessa forma, os Conselhos Estaduais de Trânsito não exigirão mais o depósito prévio dos motoristas. Nesta sexta-feira (5/3), a Procuradoria da República no Ceará se reuniu ao presidente do Conselho Estadual de Trânsito do Ceará, Luiz Tigres. Ele informou que o novo procedimento será adotado imediatamente após o recebimento do ofício.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Também na reunião foi debatido o condicionamento do licenciamento e da transferência de veículos ao pagamento de multas, medida que é considerada inconstitucional pelo Ministério Público Federal. Para o procurador da República Oscar Costa Filho, não deve ser exigido o pagamento de multas quando o motorista tiver apresentado um recurso que não tenha sido julgado.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;No entanto, o procurador do Departamento Estadual de Trânsito, Luiz Marcelo Mota,&amp;nbsp; também presente na reunião, afirmou que a cobrança do pagamento de multas continuará sendo feita para o licenciamento e a transferência de veículos. Em resposta, Oscar Costa Filho decidiu encaminhar nova recomendação ao Denatran, mostrando que pela Súmula 21 essa exigência também é inconstitucional.&lt;EM&gt; Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria da República no Ceará.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-8263841403854742479?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/8263841403854742479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/detran-deposito-previo-para-recurso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8263841403854742479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8263841403854742479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/detran-deposito-previo-para-recurso.html' title='DETRAN. Depósito prévio para recurso contra multa é suspenso.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6782104650759383273</id><published>2010-03-01T07:31:00.001-08:00</published><updated>2010-03-01T07:31:44.999-08:00</updated><title type='text'>2010: ano da justiça criminal, segundo CNJ e Gilmar Mendes.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG height=60 alt="Conselho Nacional de Justi�a - P�gina Principal" src="http://www.cnj.jus.br/templates/cnj01/images/logomarca_cnj.png" width=186&gt;  &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt; &lt;H2 class=contentheading&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Presidente do CNJ afirma que 2010 será o ano da Justiça criminal &lt;/FONT&gt;&lt;/H2&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes, afirmou nesta sexta-feira (26/02) que 2010 será o ano da Justiça criminal, uma das ações estratégicas do judiciário para este ano, aprovadas no 3º Encontro Nacional do Judiciário, realizado em São Paulo. O presidente do Conselho conclamou a todos para auxiliarem na política da meta zero de presos em delegacias. Ele informou que o CNJ está articulando, em parceria com o Ministério da Justiça e os governos estaduais, o esvaziamento das prisões em delegacias. "É uma meta extremamente ousada", afirmou. Gilmar Mendes informou que a meta é uma espécie de "mutirão institucional" com a criação de uma política governamental.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;De acordo com o presidente do Conselho, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e o governo do estado já estão articulando o cumprimento da meta zero de presos em delegacias ainda este ano. Atualmente o país possui 56.514 presos nessa situação. Os estados onde há mais detentos nessas condições são o Paraná, com 15.274; Minas Gerais (11.326); São Paulo (9.400) e Bahia (6.069). "Hoje o Brasil tem quase 60 mil presos em delegacias e quando falamos nisso estamos falando de condições extremamente precárias muito piores do que aquelas que temos nos presídios", disse o presidente do CNJ.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;Estatísticas -&lt;/STRONG&gt; O juiz auxiliar da presidência do CNJ e coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário, Erivaldo Ribeiro dos Santos, apresentou dados estatísticos sobre a situação carcerária no país e falou sobre a importância de zerar as prisões em delegacias. "Preso em delegacia é sinônimo de superlotação, tortura, fuga, resgate de presos e repercute diretamente na segurança pública", opinou.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Durante sua exposição, o magistrado revelou que o país possui 473.626 presos, sendo 264.500 condenados e 2009.126 provisórios. O estado com maior concentração de presos é São Paulo, com 163.915, seguido de Minas Gerais, 46.447, e Paraná, com 37.440. Já o estado com a maior taxa de encarceramento é o Acre, com 496 presos para cada 100 mil habitantes, seguido de Rondônia (465) e Mato Grosso do Sul (459). Confira &lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://www.cnj.jus.br/images/imprensa/3_encontro_nacional/iii_encontro_nacional_dr_erivaldo.pdf"&gt;aqui&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; o relatório de dados estatísticos.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;Plano de gestão criminal -&lt;/STRONG&gt; Durante o Encontro, o conselheiro Walter Nunes também falou sobre a atuação do CNJ na aprovação de políticas públicas para a Justiça criminal. O conselheiro apresentou o Plano de Gestão para Funcionamento de Varas Criminais e de Execução Penal que reúne uma série de medidas que visam à modernização da execução criminal. O plano é dividido em ações para varas criminais, varas de execução penal, estrutura mínima para o funcionamento das varas criminais, junção das experiências utilizadas pelo Judiciário na área de tecnologia da informação e sugestões de alterações legislativas. O plano foi submetido à consulta pública e recebeu sugestões de entidades de classe e juristas da área criminal.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;EN/MM&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Agência CNJ de Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6782104650759383273?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6782104650759383273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/2010-ano-da-justica-criminal-segundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6782104650759383273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6782104650759383273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/03/2010-ano-da-justica-criminal-segundo.html' title='2010: ano da justiça criminal, segundo CNJ e Gilmar Mendes.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-7417560238009170136</id><published>2010-02-18T23:06:00.001-08:00</published><updated>2010-02-18T23:06:34.554-08:00</updated><title type='text'>CNJ lança cartilha para presidiários.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;H2 class=contentheading&gt;&lt;SPAN class=createdate&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Quinta, 18 de Fevereiro de 2010 &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/H2&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A partir de agora, os presidiários de todo o país vão poder contar com mais uma ajuda fornecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ): uma cartilha que dará conselhos úteis de como impetrar um habeas corpus, por exemplo, ou como redigir uma petição simplificada para requerimento de um benefício.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Intitulada "Cartilha do Reeducando", o manual de 16 páginas, será distribuído aos presos pelo grupo de monitoramento dos mutirões carcerários nos estados. Ele informa quais são os direitos e os deveres dos presos. Nela há um formulário para requerimento de habeas corpus. Trata-se apenas de sugestão, "já que esse remédio jurídico dispensa formalidades", ressalta a cartilha.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Em sete pequenos capítulos, a Cartilha do Reeducando esclarece os deveres, direitos e garantias dos apenados e presos provisórios, "cabendo ao preso cumprir os seus deveres e respeitar as regras referentes à disciplina carcerária, e ao Estado garantir o exercício de todos esses direitos." Também adverte sobre quais as sanções que podem ser aplicadas aos presidiários que cometem faltas. "As faltas disciplinares dificultam ou impossibilitam a obtenção de benefícios", esclarece de forma destacada o texto da cartilha.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"O isolamento, a suspensão e a restrição de direitos não poderão exceder a trinta dias, ressalvada a hipótese do regime disciplinar diferenciado", também alerta a cartilha.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Essa é a segunda medida do CNJ para garantir mais dignidade aos presos. A primeira foi a realização dos mutirões carcerários que já passou em presídios de 20 estados de todo o Brasil para analisar a situação dos presos. O próximo mutirão carcerário será no Paraná, com início previsto para o dia 23 de fevereiro.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;EF/IS&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Agência CNJ de Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-7417560238009170136?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/7417560238009170136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/cnj-lanca-cartilha-para-presidiarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7417560238009170136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7417560238009170136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/cnj-lanca-cartilha-para-presidiarios.html' title='CNJ lança cartilha para presidiários.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6765736164159199664</id><published>2010-02-18T23:02:00.001-08:00</published><updated>2010-02-18T23:02:30.412-08:00</updated><title type='text'>STJ e TST julgam 500 processos por sessão.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;17 de fevereiro de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;STJ e TST julgam 500 processos por sessão&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=authorsTop&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Ver autores" src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif"&gt;Por Eurico Batista&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=body&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG class=esquerda height=200 alt="Agilidade na Justiça - Spacca" src="http://s.conjur.com.br/img/b/agilidade_justica.png" width=200&gt; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Sistemas eletrônicos de consulta à jurisprudência, banco de ementas, acesso ao voto do relator e troca de informações sobre divergências estão cada vez mais presentes no trabalho de ministros, antes e durante as sessões de julgamento. Os ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior do Trabalho utilizam essas ferramentas no cotidiano, o que lhes permite votar em média 500 processos em uma única sessão.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Parece impossível, mas não é. Quem assiste às sessões de julgamento e não conhece o sistema custa a acreditar. Na última sessão de 2009, o presidente da 6ª Turma do TST, ministro Aloysio Veiga, informou que foram votados 726 processos naquela manhã de quarta-feira. Mais incrível ainda é que essa quantidade de ações foi relatada por apenas dois dos três ministros que integram a Turma. Como era sua primeira sessão de julgamentos, o recém nomeado, ministro Augusto César, ainda não havia relatado nenhum processo.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Tanto no STJ, como no TST, o que possibilita aos ministros votarem centenas de processos de uma só vez é o sistema de edição de voto, chamado e-voto, onde o relatório e voto são redigidos e encaminhados para a turma. No próprio sistema, os ministros trocam informações, tiram dúvidas e antecipam se vão divergir do relator ou o que vão realçar no caso. "Nós antecipamos nossos votos aos colegas e o debate se inicia muito antes da sessão", explica o ministro Mauro Campbell Marques, do STJ. Segundo ele, os ministros conhecem antecipadamente o posicionamento dos colegas e todos discutem se a jurisprudência realmente é mais adequada ou se mudou o entendimento da Corte. "Esse debate é travado muito antes e chega-se à sessão com o julgamento encaminhado três ou quatro dias antes. É um sistema que se apóia na confiança", conclui.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Na verdade, o que mais facilita é que na grande maioria, os recursos são bastante parecidos e tratam de matérias pacificadas. Um ministro apresenta seu relatório e voto, e os demais apenas acompanham. Somente os casos onde há divergências e com pedidos de sustentação oral dos advogados é que entram em debate, numa média de 15 a 20 processos por sessão. O restante das planilhas é votado em bloco, "na confiança", como disse o ministro Campbell Marques. Se o advogado não pedir preferência e nenhum ministro fizer destaque, o processo é aprovado sem sequer ser apregoado na sessão. Isso acontece com milhares de ações toda semana.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O ministro Pedro Paulo Manus, presidente da 7ª Turma do TST, conta que na Seção de Dissídios Individuais II (SDI-II) todos os processos são digitalizados e tramitam por meio eletrônico. "Temos a ementa na tela e o ministro pode clicar para aparecer o voto e com o voto aberto pode acessar o processo inteiro. Se surgir dúvida, ao invés de pedir vista e adiar o julgamento, o ministro pode ler tudo na hora, é como se todos estivessem folheando o processo", explica.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;As sessões de julgamento são assessoradas por uma equipe que só trabalha com pesquisa de jurisprudência. Quando os ministros têm dúvida, a equipe busca precedentes no sistema e disponibilizam de imediato. Foi assim que aconteceu no julgamento do AIRR 990, pela 5ª Turma do TST. O ministro Emmanoel Pereira advertiu a ministra Kátia Arruda sobre divergências com precedentes contrários ao seu posicionamento. Assistida pela assessoria de jurisprudência, em poucos minutos a ministra pode comprovar a divergência e alterar o seu voto.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A ministra Maria Calsing, do TST, vê o sistema eletrônico como "uma ferramenta indispensável, não só em termos de agilização no julgamento, como na tramitação, na facilidade da parte fazer pesquisa on line dos processos. Hoje a gente vê que se o sistema cai durante a sessão é praticamente impossível prosseguir", revela. Tal fato pode ser comprovado durante a sessão da 7ª Turma no dia 16 de dezembro de 2009, quando o ministro Caputo Bastos pediu vista regimental de um processo. "Às vezes o sistema não oferece o voto na sessão de julgamento e o ministro tem que adiar o processo", reclamou.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;Caso Arruda&lt;/STRONG&gt;&lt;STRONG&gt; no STJ&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Os 15 ministros mais antigos do STJ, que integram a Corte Especial, passaram por momentos dramáticos, no último dia 11 de fevereiro. Eles tinham que decidir de imediato sobre a prisão preventiva de um governador, fato inédito na história do sistema judicial brasileiro. A discussão girou em torno da competência do STJ para determinar a prisão sem a prévia autorização do legislativo local. A solução veio pelo computador.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Diante do dilema, os ministros passaram a consultar a jurisprudência no site do Supremo Tribunal Federal. O ministro Teori Zavascki disse que encontrou vários julgados em Habeas Corpus, todos apontando em sentido contrário à prisão do governador. Com base em um dos precedentes, o HC 86.015 de 2005, o ministro assegurou que o STF havia decidido que seria indispensável a autorização do Legislativo para processar o chefe do executivo estadual.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Com esse entendimento, Zavascki convenceu pelo menos dois ministros, um deles já havia votado favorável e chegou a voltar atrás em sua posição. O ministro Castro Meira recorreu ao computador e leu o voto em voz alta para concluir que seria mesmo necessário ouvir o Legislativo local como poder que acompanha e fiscaliza o executivo. Ainda faltavam vários ministros para votar e nada impedia que até mesmo aqueles que já haviam votado também mudassem os seus posicionamentos.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A ministra Nancy Andrighi alertou que aquele precedente estava ultrapassado. Segundo ela, após essa decisão no STF, houve uma Emenda Constitucional que possibilitou novos entendimentos. Foi quando a ministra Eliana Calmon encontrou o que todos procuravam. Ela já havia votado, mas foi decisiva para formar o convencimento de vários colegas ao citar o HC 89.417, de relatoria da ministra Cármen Lúcia. Por este precedente, a maioria se convenceu de que o STJ teria competência para determinar a prisão do governador.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV class="line full"&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=authorInfo&gt;&lt;A name=autores&gt;&lt;/A&gt; &lt;DIV class=author&gt;&lt;SPAN class=name&gt;&lt;A class=name href="mailto:eurico%40consultorjuridico.com.br"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Eurico Batista&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN class=bio&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; é correspondente da &lt;STRONG&gt;Consultor Jurídico&lt;/STRONG&gt; em Brasília.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6765736164159199664?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6765736164159199664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/stj-e-tst-julgam-500-processos-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6765736164159199664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6765736164159199664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/stj-e-tst-julgam-500-processos-por.html' title='STJ e TST julgam 500 processos por sessão.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-140833392109862836</id><published>2010-02-18T22:57:00.001-08:00</published><updated>2010-02-18T22:57:27.383-08:00</updated><title type='text'>Supremo garante transporte gratuito para idosos.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado quinta, dia 18 de fevereiro de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Notícias&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;H1 id=textTitle&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Supremo garante transporte gratuito para idosos&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=authorsTop&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Ver autores" src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif"&gt;Por Eurico Batista&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O Supremo Tribunal Federal garantiu, na quarta-feira (18/2), a continuidade do transporte interestadual gratuito para passageiros idosos previsto na Lei 10.741/03 (Estatuto do Idoso). O ministro Gilmar Mendes, relator do processo, concluiu que a Associação Brasileira das Empresas de Transportes Terrestres de Passageiros (Abrati) tem condições de diluir o custo das passagens concedidas aos idosos no lucro das empresas.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O único voto contrário foi do ministro Marco Aurélio. Para ele, se a gratuidade não estava prevista no contrato, há um prejuízo para as empresas e é preciso garantir o equilíbrio da operação.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O transporte gratuito estava sendo mantido desde janeiro de 2007 por meio de suspensão de liminar requerida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e deferida pelo ministro Gilmar Mendes. A Abrati agravou a decisão do ministro Gilmar Mendes e o processo correu por longo período. Estava concluso desde outubro de 2008, mas entrou em pauta somente na última quarta-feira de cinzas (18/2). Havia seis ministros na sessão e a decisão do ministro presidente do STF foi aprovada por maioria.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Ao deferir o pedido de suspensão de liminar, em 2007, o ministro Gilmar Mendes citou o artigo 230 da Constituição, em que o Estado, a sociedade e a família têm o dever de amparar as pessoas idosas. E ressaltou que a matéria a ser definida pela ANTT relativa ao equilíbrio tarifário das empresas "é uma questão que exige providência administrativa, tendo em vista o disposto no artigo 175 combinado com o artigo 37, XXI da CF 88".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;SS 3.052&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV class="line full"&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=authorInfo&gt;&lt;A name=autores&gt;&lt;/A&gt; &lt;DIV class=author&gt;&lt;SPAN class=name&gt;&lt;A class=name href="mailto:eurico%40consultorjuridico.com.br"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Eurico Batista&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN class=bio&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; é correspondente da &lt;STRONG&gt;Consultor Jurídico&lt;/STRONG&gt; em Brasília.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-140833392109862836?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/140833392109862836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/supremo-garante-transporte-gratuito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/140833392109862836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/140833392109862836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/supremo-garante-transporte-gratuito.html' title='Supremo garante transporte gratuito para idosos.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6081253097547269294</id><published>2010-02-18T22:52:00.001-08:00</published><updated>2010-02-18T22:52:15.164-08:00</updated><title type='text'>Justiça concede regime semiaberto a assassino de Joao Hélio.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Texto publicado quinta, dia 18 de fevereiro de 2010&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=navMenu&gt; &lt;DIV class=wrapper&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=section&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liberdade em regime semiaberto ao jovem acusados pela morte do menino João Hélio, de seis anos. Ele morreu ao ser arrastado por 7km preso no cinto de segurança de um veículo guiado por assaltantes. O jovem, que na ocasião era menor, foi solto no último dia 10. Há três anos, ele cumpria medida socioeducativa em um instituto para jovens infratores. As informações são da &lt;EM&gt;Folha Online&lt;/EM&gt;.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O juiz Marcius da Costa Ferreira, da 2ª Vara de Infância e Juventude, entendeu que o jovem progrediu. Mas, ele ressalta que precisará de "mais tempo para que [o acusado] se convença das vantagens da mudança de vida, do voluntário afastamento de seu pernicioso habitat e grupo a que está integrado".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;De acordo com os autos, a família e o jovem deverão receber acompanhamento psicológico e acompanhamento do Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente. "É preciso que seja estimulado a participar de outras atividades e grupos socialmente saudáveis, como indicado nos últimos relatórios", disse o juiz.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Em janeiro de 2008, os quatro acusados do crime foram condenados a uma pena de 39 a 45 anos de prisão em regime fechado pela 1ª Vara Criminal de Madureira. No entanto, de acordo com a Constituição Federal os réus só podem cumprir penas de até 30 anos.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Em maio do ano passado, a 4ª Câmara Criminal do TJ-RJ negou recurso da defesa dos quatro envolvidos que argumentava não haver provas contra os então acusados. Os desembargadores entenderam que não há a menor dúvida da participação de todos os acusados no crime.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A defesa alegou nulidades no processo, como o cerceamento de defesa, suspeição da juíza que julgou o caso e a ausência de fundamentação da sentença. Tentaram ainda desclassificar a imputação de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para roubo simples.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6081253097547269294?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6081253097547269294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/justica-concede-regime-semiaberto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6081253097547269294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6081253097547269294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/justica-concede-regime-semiaberto.html' title='Justiça concede regime semiaberto a assassino de Joao Hélio.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-7285079558820141925</id><published>2010-02-10T06:48:00.001-08:00</published><updated>2010-02-10T06:48:27.522-08:00</updated><title type='text'>STJ define sucessão nos regimes de casamento.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;IMG alt="Consultor Jurídico" src="http://s.conjur.com.br/img/a/print/headerLogo.png"&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=topMenu&gt; &lt;DIV class=month&gt;Texto publicado terça, dia 9 de fevereiro de 2010&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=line&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=authorsTop&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=authorsTop&gt;A ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, elaborou um quadro para esclarecer as hipóteses de sucessão do cônjuge sobrevivente nas diversas modalidades de casamento. No caso específico julgado, o Recurso Especial 992.749, a 3ª Turma do STJ definiu a sucessão do cônjuge a partir de uma interpretação de forma inédita que a ministra deu ao artigo 1.829, inciso I, do Código Civil. No Recurso Especial, a 3ª Turma decidiu que o cônjuge casado sob o regime da separação convencional de bens não ostenta a condição de herdeiro necessário em concorrência com os ascendentes.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;O precedente estabelece que o regime de separação de bens, previsto no artigo 1.829, inciso I, do Código Civil, é gênero que congrega duas espécies: a separação legal, obrigatório por lei para alguns casos, e a separação convencional, que é estabelecida pela vontade das partes. A ministra explica que ambas obrigam os cônjuges, uma vez estipulado o regime de separação de bens, à sua observância. Dessa forma, não remanesce, para o cônjuge casado mediante separação de bens, direito à meação, tampouco à concorrência sucessória, respeitando-se o regime de bens estipulado, que obriga as partes na vida e na morte.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;IMG class=carica height=200 alt="Sucessão de bens no casamento - tabela - Jeferson Heroico" src="http://s.conjur.com.br/img/b/sucessao-bens-casamento-tabela.png" width=285&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Neste mesmo julgamento, foi definido o entendimento de como se dá a sucessão do cônjuge também nas hipóteses de casamento sob o regime da comunhão universal e da comunhão parcial de bens, conforme o quadro ao lado.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A 3ª Turma do STJ também definiu a sucessão do companheiro que, nos termos do artigo 1.790 do Código Civil, participa da sucessão do outro, quanto aos bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável, em concorrência com os filhos do autor da herança.&amp;nbsp;Nesses casos, o companheiro não herda os bens particulares do companheiro morto, mas apenas os bens comuns, que devem ser divididos também com os descendentes.&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-7285079558820141925?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/7285079558820141925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/stj-define-sucessao-nos-regimes-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7285079558820141925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7285079558820141925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/stj-define-sucessao-nos-regimes-de.html' title='STJ define sucessão nos regimes de casamento.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-8678934061807507342</id><published>2010-02-10T06:45:00.001-08:00</published><updated>2010-02-10T06:45:44.140-08:00</updated><title type='text'>Absolvido condenado por porte ilegal de arma de fogo desmuniciada.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt; &lt;SCRIPT language=javascript type=text/javascript&gt;  	function atualizar() 	{ 		document.getElementById("conteudo").innerHTML = opener.document.getElementById("barraTitulo").parentNode.innerHTML; 	} 	 	function sysImprimir(){ 		window.print(); 	} &lt;/SCRIPT&gt; &lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;DIV id=pagina&gt;&lt;A href="http://www.stf.jus.br/portal/principal/" name=sysTopo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG style="FLOAT: left; MARGIN-RIGHT: 10px" alt=STF src="http://www.stf.jus.br/portal/util/imagem/logoStf.gif" border=0&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; &amp;nbsp;&lt;BR&gt;Brasília, 10 de Fevereiro de 2010 - 12:43&lt;/FONT&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;BR clear=all&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;DIV style="BORDER-TOP: silver 1px solid; PADDING-TOP: 5px"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN fixed_bound="true"&gt;Terça-feira, 09 de Fevereiro de 2010&lt;/SPAN&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV style="BORDER-TOP: silver 1px solid; PADDING-TOP: 5px"&gt;&lt;FONT face=Garamond size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV id=conteudo&gt; &lt;DIV fixed_bound="true"&gt; &lt;P style="FLOAT: left" fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;P fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Por votação unânime, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aplicou, nesta terça-feira (9), jurisprudência por ela firmada, no sentido de que a funcionalidade de arma de fogo tem que ser provada por laudo de perito oficial, e restabeleceu acórdão (decisão colegiada) do Tribunal de Justiça do estado do Rio Grande do Sul (TJ-RS) que absolveu Waldemar Ferreira da Silva de condenação por porte ilegal de arma de fogo.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Condenado em primeiro grau, o réu interpôs recurso no TJ-RS, alegando ausência de periculosidade, visto que a arma estava desmuniciada e não fora submetida a perícia por perito oficial . O TJ aceitou o argumento,&amp;nbsp; declarando nulo o laudo pericial e absolvendo Waldemar da condenação.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Dessa decisão, o Ministério Público recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que restabeleceu a sentença condenatória de primeiro grau. É contra essa decisão que&amp;nbsp;a Defensoria Pública da União (DPU), que atua em favor de Waldemar, se insurgiu, por meio do Habeas Corpus (HC) 101028, hoje concedido pela Segunda Turma, que seguiu o voto proferido pelo relator do processo, ministro Eros Grau.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O processo deu entrada no STF em 7 de outubro de 2009 e, no dia 13 daquele mesmo mês, o ministro Eros Grau negou pedido de liminar, decisão esta agora reformada. A Procuradoria Geral da República havia se pronunciado pela denegação da ordem.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P fixed_bound="true"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: smaller" fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;FK/IC//AM&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;TABLE fixed_bound="true"&gt; &lt;TBODY fixed_bound="true"&gt; &lt;TR fixed_bound="true"&gt;&lt;!--	&lt;td&gt; 		&lt;a href="" rel="lightbox[roadtrip]" title="&lt;br/&gt;&lt;div style='font-weight:normal;'&gt;Condecorado: &lt;/div&gt;" style="float:left;"&gt;&lt;img alt="" src="" title="" style="padding-top:10px;" /&gt;&lt;/a&gt; 		&lt;span style="font-size:9px"&gt;Legenda da foto&lt;/span&gt; 	&lt;/td&gt;--&gt; &lt;TD style="PADDING-RIGHT: 8px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-TOP: 10px" fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG fixed_bound="true"&gt;Processos relacionados&lt;/STRONG&gt;&lt;BR fixed_bound="true"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;A class=noticia href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=101028&amp;amp;classe=HC&amp;amp;origem=AP&amp;amp;recurso=0&amp;amp;tipoJulgamento=M" fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;HC 101028&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;DIV style="TEXT-ALIGN: right" fixed_bound="true"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-8678934061807507342?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/8678934061807507342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/absolvido-condenado-por-porte-ilegal-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8678934061807507342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8678934061807507342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/absolvido-condenado-por-porte-ilegal-de.html' title='Absolvido condenado por porte ilegal de arma de fogo desmuniciada.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2617303481970627378</id><published>2010-02-09T06:32:00.001-08:00</published><updated>2010-02-09T06:32:35.526-08:00</updated><title type='text'>Nova súmula dispensa AR na comunicação ao consumidor sobre negativação de seu nome.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;O entendimento da Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça de que a notificação de inscrição em cadastro de proteção ao crédito não precisar ser feita com aviso de recebimento (AR) agora está sumulado. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Os ministros aprovaram a Súmula de número 404, que ficou com a seguinte redação: "é dispensável o Aviso de Recebimento (AR) na carta de comunicação ao consumidor sobre a negativação de seu nome em bancos de dados e cadastros". &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A questão foi julgada recentemente seguindo o rito da Lei dos Recursos Repetitivos. Na ocasião, a Seção, seguindo o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, concluiu que o dever fixado no parágrafo 2° do artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), de comunicação prévia do consumidor acerca da inscrição de seu nome  em cadastros de inadimplentes, deve ser considerado cumprido pelo órgão de manutenção do cadastro com o envio de correspondência ao endereço fornecido pelo credor. Sendo, pois, desnecessária a comprovação da ciência do destinatário mediante apresentação de aviso de recebimento (AR). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na ocasião, os ministros determinaram que o tema fosse sumulado. &lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT style="FONT-FAMILY: Verdana" color=#000000&gt;&lt;A href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=94426" target=_blank rel=nofollow&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=94426&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2617303481970627378?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2617303481970627378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/nova-sumula-dispensa-ar-na-comunicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2617303481970627378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2617303481970627378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/nova-sumula-dispensa-ar-na-comunicacao.html' title='Nova súmula dispensa AR na comunicação ao consumidor sobre negativação de seu nome.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-680865064327840259</id><published>2010-02-05T07:35:00.001-08:00</published><updated>2010-02-05T07:35:33.951-08:00</updated><title type='text'>OAB: STF precisa rever posicionamento sobre improbidade administrativa.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;TABLE bgColor=#dbdbdb border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;A class=highslide id=thumb1 onclick="return hs.expand(this, { captionText: 'Ophir defendeu que o STF reveja posicionamento sobre  Lei de Improbidade Administrativa.&amp;nbsp;(Foto:&amp;nbsp;Eugenio Novaes)' })" href="http://www.oab.org.br/arquivos/upload/imagem/D_coletiva_3466.jpg" getParams="null"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;IMG title="Clique para ampliar" height=220 hspace=0 src="http://www.oab.org.br/arquivos/upload/imagem/G_coletiva_3466.jpg" width=165 border=0&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &lt;DIV id=legenda style="FONT-SIZE: 7pt; WIDTH: 220px; FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Ophir defendeu que o STF reveja posicionamento sobre Lei de Improbidade Administrativa.&lt;BR&gt;(Foto:&amp;nbsp;Eugenio Novaes) &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD width=10&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD class=textoNot vAlign=center colSpan=2&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN class=tituloNotPrincipalG&gt;OAB: é hora de STF rever opinião e aplicar Lei de Improbidade a agente público.&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;BR&gt;&lt;!-- Aqui vai o conteudo da noticia. --&gt; &lt;DIV id=notT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;DIV style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Brasília, 05/02/2010 - Diante das recentes denúncias envolvendo o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, defendeu hoje (05) que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja seu posicionamento sobre o cabimento da Lei de Improbidade Administrativa para crimes cometidos por agentes políticos. Segundo Ophir, o posicionamento do STF, de que a referida lei não abrange esses agentes, foi tomado em um julgamento antigo e pela diferença de um único voto.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"Chegou o momento de reexaminarmos essa questão e levar ao Supremo a pergunta se a sua composição atual mantém ou altera este entendimento", afirmou Ophir. "A sociedade entende que esse é o instrumento mais adequado e necessário para a correção de situações dessa natureza, como o caso do governador José Roberto Arruda".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Segundo Ophir Cavalcante, se a Lei de Improbidade Administrativa fosse aplicada para casos como o escândalo que afeta o Governo do DF, haveria um espectro muito maior para o afastamento e punição do agente público que praticar ilícitos. "É o momento ideal para rediscutirmos esse entendimento no Supremo", finalizou o presidente da OAB.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-680865064327840259?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/680865064327840259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/oab-stf-precisa-rever-posicionamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/680865064327840259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/680865064327840259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/oab-stf-precisa-rever-posicionamento.html' title='OAB: STF precisa rever posicionamento sobre improbidade administrativa.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-1856660191119983609</id><published>2010-02-05T06:50:00.001-08:00</published><updated>2010-02-05T06:50:23.142-08:00</updated><title type='text'>Direito a alimento: novo direito social, na CRFB de 1988!</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV style="PADDING-RIGHT: 1em; PADDING-LEFT: 1em; PADDING-BOTTOM: 0.5em; PADDING-TOP: 0.5em" align=center&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;IMG title="[Foto: presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP)]" height=223 alt="[Foto: presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP)]" src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=201094" width=360 border=0&gt;&lt;/IMG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O Congresso Nacional iniciou o ano legislativo de 2010 com a promulgação de duas emendas à Constituição federal de relevante alcance social. Em sessão solene nesta quinta-feira (4), foram promulgadas as emendas constitucionais (EC) que tratam da inclusão da alimentação no rol dos direitos sociais estabelecidos pela Constituição e da regulamentação do piso salarial e do plano de carreira do Agente Comunitário de Saúde (ACS) e do Agente de Combate às Endemias (ACE). &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;À frente da sessão, o presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP), comentou que, ao falar em solenidade das Nações Unidas, há 20 anos, já alertava para a questão da fome como um dos maiores dramas mundiais. Lembrou ainda ter defendido na convocação da Assembléia Nacional Constituinte, como presidente da República, a necessidade de se avançar no texto constitucional na garantia dos direitos civis, individuais e sociais. &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;- Hoje temos a satisfação de ter uma Constituição com um dos melhores capítulos de direitos sociais no mundo - comemorou. &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), também manifestou sua satisfação em iniciar os trabalhos legislativos de 2010 com a promulgação dessas emendas constitucionais.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;- Há muito o Congresso não fazia, no primeiro dia de seus trabalhos, votação de tamanha significação - afirmou. &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Emenda 64 partiu da PEC 21/01, de iniciativa do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que torna a alimentação um direito social previsto pela Constituição, ao lado da educação, saúde, trabalho, moradia, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância e assistência aos desamparados. No Senado, a matéria foi relatada pelo então senador Sebastião Rocha, hoje deputado federal.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Já a Emenda 63 se originou de proposta de emenda à Constituição (PEC 54/09) que atribuía à União competência para, por meio de lei federal, estabelecer o regime jurídico, o piso salarial profissional nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de ACS e ACE. Essa proposta foi apresentada pelo deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e, no Senado, teve como relatora a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE).&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-1856660191119983609?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/1856660191119983609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/direito-alimento-novo-direito-social-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1856660191119983609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/1856660191119983609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/direito-alimento-novo-direito-social-na.html' title='Direito a alimento: novo direito social, na CRFB de 1988!'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-834782997275348363</id><published>2010-02-04T06:16:00.001-08:00</published><updated>2010-02-04T06:16:59.223-08:00</updated><title type='text'>ISS não incide sobre a importação de software.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;É inconstitucional a previsão de incidência de ISS sobre a locação de bens móveis. O &lt;/FONT&gt;&lt;A href="http://s.conjur.com.br/dl/decisao-locacao-bem-movel.pdf" target=_blank rel=nofollow&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;entendimento&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; é da Vara da Fazenda Pública de Barueri (SP), que afastou a cobrança de ISS sobre a importação de software e sua comercialização no mercado interno ou externo por uma empresa de tecnologia com sede na cidade. Cabe recurso.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Lei Complementar 116, de 2003, que regula as hipóteses de incidência de ISS, traz em sua lista o licenciamento de uso de software como hipótese de cobrança do imposto. No entanto, o juiz entendeu que esta prescrição legal só é aplicável quando o software é desenvolvido sob encomenda por um determinado cliente, com a finalidade de atender a uma demanda especial deste cliente. Quando, por outro lado, o software é licenciado em escala a inúmeros clientes, não há que se falar em prestação de serviços, não sendo devido, portanto, o ISS.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Garamond size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Na prática, houve o reconhecimento da natureza do licenciamento de uso de software como mera obrigação de dar determinada coisa a alguém, sem que envolva qualquer obrigação de fazer algo. Desta forma, por não envolver prestação de qualquer serviço, mas mera locação de coisas, o juiz afastou a incidência do imposto na operação.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;No Mandado de Segurança, a empresa alegou que o município tributa o licenciamento de softwares importado, sendo que a transação se caracteriza como locação de bem móvel, o que impede a tributação do imposto. Os argumentos foram aceitos.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O juiz mencionou entendimento do STJ e declarou a inconstitucionalidade da previsão de incidência do imposto sobre serviço, que tem como fato gerador o licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação. Assim, determinou que o secretário de finanças de Barueri se abstenha de exigir o ISSQN sobre as operações feitas pela empresa, referentes a licenciamento de software desenvolvido por ela.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;De acordo com o advogado, &lt;B&gt;Bruno Henrique Coutinho de Aguiar&lt;/B&gt;, do Rayes Fagundes &amp;amp; Oliveira Ramos Advogados Associados, o entendimento fixado na sentença é o mesmo da 14ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, que já havia concedido a liminar para afastar a incidência de ISS sobre software nos autos do processo julgado agora, no mérito, pela Fazenda Pública de Barueri.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Clique &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;A href="http://s.conjur.com.br/dl/decisao-locacao-bem-movel.pdf" target=_blank rel=nofollow&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;aqui&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; para ler a decisão&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-834782997275348363?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/834782997275348363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/iss-nao-incide-sobre-importacao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/834782997275348363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/834782997275348363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/iss-nao-incide-sobre-importacao-de.html' title='ISS não incide sobre a importação de software.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6651250615022582773</id><published>2010-02-04T04:37:00.001-08:00</published><updated>2010-02-04T04:37:40.955-08:00</updated><title type='text'>Rinha de galo resulta em pena de mais de trinta anos, no Ceará.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;H5&gt;28/01/2010 - &lt;STRONG&gt;TRF-5 concede habeas corpus a acusado por crime ambiental&lt;/STRONG&gt;&lt;/H5&gt; &lt;DIV&gt;Com o objetivo de suspender os efeitos da pena aplicada na primeira instância, a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) concedeu, em parte, a ordem de habeas corpus a Francisco Carlos Araújo Crisóstomo, em sessão de julgamento na última quinta-feira, 21 de janeiro. O acusado foi condenado à pena de 35 anos e um mês de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado, além de ser multado em 1.245 salários mínimos pela posse de 19 espécies da fauna silvestre e maus tratos a animais (arts. 29 e 32 da Lei nº 9605/98). &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Francisco Crisóstomo não tinha autorização do IBAMA para a criação dos animais silvestres e preparava, como indicam as provas constantes dos autos, 83 galos para combate na prática conhecida como rinha. Na definição da sentença condenatória, cada ato de posse indevida de animal silvestre foi considerado um delito. Dessa forma, foram definidas 19 penas de nove meses de detenção pela posse de cada uma das espécies silvestres e 83 penas de três meses por cada galo de briga mantido pelo condenado. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Com o argumento de que o acusado praticou os delitos de forma constante, o desembargador federal Geraldo Apoliano, presidente da Turma e relator do processo, considerou que Francisco Crisóstomo "pode vir a ser beneficiário das penas nos moldes da continuidade delitiva". Com isso, os atos de posse indevida de animal silvestre deixariam de ser avaliados como condutas unitárias e, portanto, a sentença se tornaria mais branda. "Deve-se realmente punir o crime ambiental, porém sem exagero", ressaltou o magistrado em seu voto. E lembrou: "A pena aplicada ao sentenciado deve ser necessária e suficiente para a reparação do delito". Acompanharam o voto do relator os desembargadores federais Paulo Roberto e César Carvalho (convocado). &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;HC 3786-CE PROC. ORIGINÁRIO Nº 200881000074440 &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Fonte: Comunicação Social TRF-5 &lt;SPAN class=irTopo&gt;&lt;IMG src="http://www.jfce.jus.br/internet/imagens/iconeSetaSubir.gif"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6651250615022582773?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6651250615022582773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/rinha-de-galo-resulta-em-pena-de-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6651250615022582773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6651250615022582773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/02/rinha-de-galo-resulta-em-pena-de-mais.html' title='Rinha de galo resulta em pena de mais de trinta anos, no Ceará.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-8884331357924633713</id><published>2010-01-07T09:36:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T09:36:28.258-08:00</updated><title type='text'>STJ derruba exigências infra-legais da Receita, para inscrições no CNPJ.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A inscrição e a modificação dos dados no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) devem ser garantidas a todas as empresas legalmente constituídas, sem a imposição de restrições infralegais que impedem o exercício da livre iniciativa e desenvolvimento pleno de atividades econômicas. A conclusão é da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça em processo julgado pelo rito dos Recursos Repetitivos (Lei 11.672/08).&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Para o ministro Luiz Fux, relator do caso, a instrução normativa que regulamentou a Lei 5.614/70, tratando do cadastro federal de contribuintes, trouxe diversas exigências para a inscrição e atualização dos dados no CNPJ, dentre elas, regras destinadas a obstar que pessoas físicas com pendências perante os órgãos de arrecadação fiscal pudessem vir a integrar o quadro societário de outras empresas.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Garamond size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O ministro entende que as obrigações impostas pela&amp;nbsp;Instrução Normativa 200/2002&amp;nbsp;constituem verdadeiros limites, tanto ao exercício da atividade empresarial, quanto à necessária atualização dos dados cadastrais da corporação, que visam forçar o contribuinte a regularizar sua situação fiscal, antes que realize atos da vida comercial. "Em razão disso, constitui instrumento de coação ilegal as obrigações dispostas pela referida instrução normativa que extrapolaram o alcance da Lei 5.614/70", escreveu em seu voto.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Citando vários precedentes, Fux reiterou que as turmas da 1ª Seção do STJ já firmaram entendimento de que é ilegítima a criação de empecilho infralegal para a inscrição e alteração dos dados cadastrais no CNPJ. "O sócio de empresa que está inadimplente não pode servir de empecilho para a inscrição de nova empresa pelo só motivo de nele figurar o remisso como integrante", disse.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;No caso julgado pelo STJ, a Fazenda Nacional recorreu contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que autorizou a inscrição de uma empresa do Rio Grande do Sul sem as restrições previstas na Instrução Normativa 200/2002. A regra proíbe a inscrição no CNPJ de estabelecimento que possua sócio que esteja em situação irregular com o Fisco. A União recorreu ao STJ, sustentando que não houve ato arbitrário, já que a autoridade fazendária estadual agiu de acordo com a Instrução Normativa.&amp;nbsp;&lt;EM&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;REsp 110.300-9&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-8884331357924633713?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/8884331357924633713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/stj-derruba-exigencias-infra-legais-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8884331357924633713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/8884331357924633713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/stj-derruba-exigencias-infra-legais-da.html' title='STJ derruba exigências infra-legais da Receita, para inscrições no CNPJ.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6747415814583485644</id><published>2010-01-07T09:14:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T09:14:53.998-08:00</updated><title type='text'>MP sobre créditos extraordinários é passível de ADI.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O PSDB ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo para contestar a Medida Provisória que abre créditos extraordinários de mais de R$ 18 bilhões para diversos órgãos e entidades do Poder Executivo. A MP também reduz o orçamento de investimento de diversas empresas no valor global de pouco mais de R$ 5 bilhões.&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O partido argumenta que o artigo 167 da Constituição Federal só permite abertura de&amp;nbsp;crédito extraordinário "para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública". E ressalta que&amp;nbsp;a Carta Constitucional "exclui do campo temático da medida provisória toda e qualquer norma orçamentária, o que inclui o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias, o próprio orçamento e os créditos adicionais e suplementares".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Segundo o PSDB a abertura de créditos extraordinários para custeio de despesas ou apoio a projetos de infraestrutura difere dos princípios constitucionais de urgência e imprevisibilidade que permitem a reserva desses recursos em caráter extraordinário.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;STRONG&gt;Controle jurisdicional&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;O&amp;nbsp;partido pede&amp;nbsp;que o Supremo admita a ADI para questionar uma medida provisória relativa à matéria orçamentária. Reconhece que a jurisprudência da corte era no sentido de que não cabe ADI contra normas orçamentárias, "porque não são atos com densidade normativa. O mesmo entendimento é dispensado às medidas provisórias que abrem créditos extraordinários".&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O PSDB, contudo, cita recente decisão colegiada do STF que, por maioria de votos, concedeu cautelar na ADI 4.048 para suspender a eficácia da Medida Provisória 405/2007, convertida na Lei 11.658/2008, que abria créditos extraordinários "despedidos de imprevisibilidade e urgência", segundo afirma a ação.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Se a ADI não for aceita,&amp;nbsp;argumentam os tucanos,&amp;nbsp;as medidas provisórias sobre créditos extraordinários ficariam à margem do controle jurisdicional.&amp;nbsp;A ação, observam,&amp;nbsp;não&amp;nbsp;discute "o conteúdo de um crédito extraordinário em si mesmo, mas sim o real enquadramento de um determinado crédito na categoria de 'extraordinário', a única que a Constituição de 1988 admite à medida provisória".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Para o PSDB, é preciso haver controle sobre as MPs que versam sobre créditos extraordinários. "Do contrário, medidas provisórias sobre créditos extraordinários seriam mais fortes do que leis ordinárias, porque escapariam ao controle de constitucionalidade, bem assim ficaria destituída de sentido a norma constitucional&amp;nbsp;— que é excepcional&amp;nbsp;— sobre a abertura de crédito extraordinário.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif"&gt;&lt;FONT size=4&gt;O partido pede a concessão de liminar para suspender, com efeito retroativo (&lt;EM&gt;ex tunc&lt;/EM&gt;) a MP questionada que abre créditos extraordinários de mais de R$ 18 bilhões para órgãos e entidades do poder Executivo. No mérito, pede que o STF declare inconstitucional a medida provisória. &lt;EM&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;ADI 4.365&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6747415814583485644?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6747415814583485644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/mp-sobre-creditos-extraordinarios-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6747415814583485644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6747415814583485644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/mp-sobre-creditos-extraordinarios-e.html' title='MP sobre créditos extraordinários é passível de ADI.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4848533421534743834</id><published>2010-01-07T09:03:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T09:03:43.683-08:00</updated><title type='text'>Exame de Ordem vai exigir direitos humanos, direitos fundamentais e ética profissional.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A OAB informou, nesta quinta-feira (7/1), que as provas do Exame de Ordem vão conter questões sobre direitos humanos, direitos fundamentais e ética profissional. A alteração foi regulamentada, em 2009, pelo Conselho Federal e passa a valer para os exames de 2010.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O presidente nacional da OAB,&amp;nbsp;Cezar Britto,&amp;nbsp;disse que a alteração será importante para o avanço na qualidade do ensino jurídico no país e, particularmente, para o aprimoramento da grade curricular das faculdades. "Com isso, vamos focar em quem está investindo em colocar em seus currículos o conceito de humanidade, o que influenciará, a médio e a longo prazo, as profissões do Direito já que o estudante terá esse conceito para passar no Exame de Ordem", disse.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Para ele, a inclusão dessas disciplinas, a partir de 2010, e suas consequências positivas para o ensino jurídico, serão propiciadas em grande parte pela unificação das provas do Exame de Ordem.&amp;nbsp;"Com a unificação, haverá agora um diagnóstico confiável e único de todo o Brasil. Sabemos que a qualidade daquele que se formou no Amazonas é a mesma daquele que foi aprovado no Rio Grande do Sul", afirmou.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Para ele, é importante que a qualidade da formação seja a mesma. Isso porque, diz, no passado, candidatos se inscreviam para o Exame de Ordem na seccional onde acreditavam que seria mais fácil de obter a aprovação. &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4848533421534743834?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4848533421534743834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/exame-de-ordem-vai-exigir-direitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4848533421534743834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4848533421534743834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/exame-de-ordem-vai-exigir-direitos.html' title='Exame de Ordem vai exigir direitos humanos, direitos fundamentais e ética profissional.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-3168229359012385881</id><published>2010-01-07T08:47:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T08:47:44.381-08:00</updated><title type='text'>CNJ edita resolução que exige informatização dos tribunais, fixando prazo para efetivação.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;DIV id=page&gt; &lt;H1 id=logo&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Tribunais devem planejar sistemas de informatização&lt;/FONT&gt;&lt;/H1&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=text&gt; &lt;DIV class=body&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Até o dia 31 de março os tribunais de todo o país devem apresentar ao Conselho Nacional de Justiça um Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. A medida atende parte dos objetivos do CNJ de unificar os trâmites do Poder Judiciário em todo o Brasil e&amp;nbsp;dar maior celeridade aos processos.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Garamond size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A íntegra da Resolução 99, que determina a meta aos tribunais, cita todos os itens que devem ser contemplados no plano que deve conter projetos para o período de&amp;nbsp;cinco anos. Nos objetivos, as ações programadas devem contribuir para o acesso da população à Justiça, promover a troca de experiência entre unidades judiciárias e promover a segurança da informação. Os tribunais também terão de organizar reuniões periódicas para avaliar a eficácia do projeto.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Leia a Resolução&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009.&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o decidido no Processo nº 200910000066902, na 95ª Sessão Ordinária, realizada no dia 24 de novembro de 2009, e&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;CONSIDERANDO competir ao Conselho Nacional de Justiça, como órgão de controle da atuação administrativa e financeira dos tribunais, a atribuição de coordenar o planejamento e a gestão estratégica do Poder Judiciário;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;CONSIDERANDO a unicidade do Poder Judiciário, a exigir a implementação de diretrizes nacionais para nortear a atuação institucional de todos os seus órgãos;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;CONSIDERANDO a necessidade de se assegurar uma convergência dos recursos humanos, administrativos e financeiros empregados pelos segmentos do Poder Judiciário no que concerte à Tecnologia da Informação e Comunicação;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;CONSIDERANDO o trabalho realizado no âmbito do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação do Poder Judiciário, que conta com representantes de todos os segmentos do Judiciário Brasileiro;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;CONSIDERANDO o Planejamento Estratégico do Poder Judiciário estabelecido na Resolução CNJ N.º 70, de 18 de março de 2009,&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;RESOLVE:&lt;BR&gt;Art. 1º Fica instituído o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário, com suas metas e indicadores, constante do Anexo I desta Resolução, sintetizado nos seguintes componentes:&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;I - Missão: Prover soluções tecnológicas efetivas para que o Judiciário cumpra sua função institucional .&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;II - Visão: Ser reconhecido pela qualidade de seus serviços e soluções de TIC.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;III - Atributos de Valor para a Sociedade:&lt;BR&gt;a) celeridade;&lt;BR&gt;b) modernidade;&lt;BR&gt;c) acessibilidade;&lt;BR&gt;d) transparência;&lt;BR&gt;e) responsabilidade social e ambiental;&lt;BR&gt;f) imparcialidade;&lt;BR&gt;g) ética;&lt;BR&gt;h) probidade.&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;IV - 13 (treze) objetivos estratégicos, distribuídos em 8 (oito) temas:&lt;BR&gt;a) Eficiência Operacional:&lt;BR&gt;Objetivo 1. Primar pela satisfação do cliente de TIC;&lt;BR&gt;b) Acesso ao Sistema de Justiça:&lt;BR&gt;Objetivo 2. Facilitar o acesso à Justiça, promovendo a capilaridade dos sistemas e serviços ;&lt;BR&gt;c) Responsabilidade Social:&lt;BR&gt;Objetivo 3. Promover a cidadania, permitindo que os sistemas e serviços estejam disponíveis a todos os cidadãos ;&lt;BR&gt;d) Alinhamento e Integração:&lt;BR&gt;Objetivo 4. Promover a interação e a troca de experiências de TIC entre tribunais (nacional e internacional) ;&lt;BR&gt;e) Atuação Institucional:&lt;BR&gt;Objetivo 5. Aprimorar a comunicação com públicos externos e internos;&lt;BR&gt;Objetivo 6. Melhorar a imagem de TIC do Judiciário;&lt;BR&gt;f) Gestão de Pessoas:&lt;BR&gt;Objetivo 7. Desenvolver competências gerenciais;&lt;BR&gt;g) Infraestrutura e Tecnologia:&lt;BR&gt;Objetivo 8. Garantir a  infraestrutura de TIC apropriada às atividades judiciais e administrativas;&lt;BR&gt;Objetivo 9. Promover a segurança da informação;&lt;BR&gt;Objetivo 10. Garantir a disponibilidade de sistemas de TIC essenciais ao judiciário;&lt;BR&gt;Objetivo 11. Desenvolver sistemas de TIC interoperáveis e portáveis;&lt;BR&gt;Objetivo 12. Prover documentação de sistemas;&lt;BR&gt;h) Orçamento: &lt;BR&gt;Objetivo 13. Garantir a gestão e execução dos recursos orçamentários de TIC.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Art. 2º O Conselho Nacional de Justiça e os tribunais indicados nos incisos II a VII do Art. 92 da Constituição Federal elaborarão os seus respectivos planejamentos estratégicos de tecnologia da informação e comunicação, alinhados ao Plano Estratégico Nacional de TIC, com abrangência mínima de 5 (cinco) anos, bem como os aprovarão nos seus órgãos plenários ou especiais até 31 de março de 2010.&lt;BR&gt;§ 1º Os planejamentos estratégicos de que trata o caput conterão:&lt;BR&gt;I - pelo menos um indicador de resultado para cada objetivo estratégico;&lt;BR&gt;II - metas de curto, médio e longo prazos, associadas aos indicadores de resultado;&lt;BR&gt;III - projetos e ações julgados suficientes e necessários para o atingimento das metas fixadas.&lt;BR&gt;§ 2º Os tribunais que já disponham de planejamentos estratégicos de TIC deverão adequá-los ao Plano Estratégico Nacional de TIC, observadas as  disposições e requisitos do caput&amp;nbsp; do § 1º deste artigo.&lt;BR&gt;§ 3º As propostas orçamentárias dos tribunais devem ser alinhadas aos seus respectivos planejamentos estratégicos, de forma a garantir os recursos necessários à sua execução.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Art. 3º Para a concretização do previsto nesta Resolução, dever-se-á adotar a estrutura e as prescrições da Resolução n. 70/2009.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Art. 4º O Conselho Nacional de Justiça acompanhará o cumprimento do planejamento estratégico nacional de TIC por meio da coleta periódica de informações oriundas dos tribunais, oportunidade em que poderá promover ajustes e outras medidas necessárias à melhoria do desempenho.&lt;BR&gt;Parágrafo único. Sem prejuízo da atuação de que trata o caput deste artigo, os tribunais promoverão Reuniões de Análise da Estratégia - RAE trimestrais para acompanhamento dos resultados das metas fixadas.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Art. 5º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Ministro GILMAR MENDES&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-3168229359012385881?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/3168229359012385881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/cnj-edita-resolucao-que-exige.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3168229359012385881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3168229359012385881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/cnj-edita-resolucao-que-exige.html' title='CNJ edita resolução que exige informatização dos tribunais, fixando prazo para efetivação.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-7272303964189563182</id><published>2010-01-07T07:23:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T07:23:12.830-08:00</updated><title type='text'>Um "SIAFI" para o Poder Judiciário. Demorou...</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;!-- 7/6/2008  --&gt; &lt;P align=left&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Brasília, 06/01/2010 - Uma ferramenta importante para o planejamento e controle de gestão nos órgãos do Judiciário, pois disciplina e dá transparência a sua execução orçamentária. Desta forma, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, classificou hoje (06) a entrada em vigor da Resolução 102 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), &amp;nbsp;que cria uma espécie de Sistema Integrado da Administração Financeira do Judiciário, praticamente nos moldes do Siafi utilizado pelo governo federal. "É um iniciativa importante e elogiável, dentro da linha da transparência e maior eficiência do Judiciário que o CNJ (órgão integrado pela OAB) vem buscando imprimir", disse.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify" align=left&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Pela Resolução 102, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (05), os Tribunais de todo o País terão 30 dias, a contar de agora, para aplicar as regras estabelecidas pelo&amp;nbsp;CNJ com vistas à divulgação de dados acerca da administração e execução orçamentária e financeira que realizam. Pela resolução, os tribunais terão que criar um link, denominado Transparência, em seus respectivos sites, onde deverão publicar detalhes sobre os gastos efetuados, com discriminação dos valores desembolsados, mensal e anualmente, assim como a classificação das despesas com pessoal, investimentos e custeio. As novas regras permitirão a qualquer cidadão saber quanto está sendo gasto pelo Judiciário&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-7272303964189563182?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/7272303964189563182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/um-siafi-para-o-poder-judiciario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7272303964189563182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/7272303964189563182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/um-siafi-para-o-poder-judiciario.html' title='Um &quot;SIAFI&quot; para o Poder Judiciário. Demorou...'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6367042774812083273</id><published>2010-01-07T07:19:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T07:19:09.223-08:00</updated><title type='text'>"Voluntários da pátria." [por Zuenir Ventura]</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;!-- Aqui vai o conteudo da noticia. --&gt;&lt;!-- 7/6/2008  --&gt; &lt;P align=right&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Rio de Janeiro, 06/01/2009 - O artigo "Voluntários da pátria" foi publicado hoje (06) na coluna do jornalista Zuenir Ventura no jornal O Globo:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV id=notT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;DIV style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;"Em meio a tantas perdas humanas e materiais, a tanta dor e luto, a tragédia de Angra e Ilha Grande deixou pelo menos algumas histórias edificantes.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Exemplos de quem se salvou e, não satisfeito, arriscou a vida para salvar os outros. Assim foi o caso do estudante Cristiano Dayrell, de 18 anos, ou do advogado Felipe Gomes Martins, de 32. O rapaz acordou com o quarto sendo invadido por pedras e lama e arrastado pela enxurrada. "Saí por um buraco no telhado" - ele e alguns dos colegas que dormiam no mesmo lugar. "Depois voltamos para tentar salvar os outros. Puxamos primeiro o Eric, depois a Luciana e, por último, a Natasha." Hospedado numa casa vizinha à Pousada Sankay, o advogado, por sua vez, levou toda a família - oito pessoas - para um barco e daí para um lugar seguro. E voltou. "Fizemos cinco ou seis viagens e resgatamos umas 50 ou 60 pessoas" - ele, um morador e o pai, Manuel Martins, um senhor de 62 anos, o que demonstra que gestos como esse não são exclusividade do arrojo e da generosidade apenas dos jovens.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O que leva as pessoas a fazerem isso? Em 1966, Arnaldo Jabor, então meu vizinho na Urca, bateu uma manhã em minha casa para que fôssemos recolher na sua velha Kombi e levar para a PUC colchões e mantimentos para os desabrigados do temporal que caíra sobre a cidade, inundando ruas, derrubando barracos e matando pessoas. A motivação era também ideológica. Fazia parte do ideário político da época: era correto ajudar o "outro". Mas hoje, em pleno reino do egoísmo, em que valores como solidariedade estão em desuso e costumam ser interpretados como demagogia ou pieguice, como explicar essas atitudes desinteressadas de sacrifício e entrega? Sei que o voluntariado não é um fenômeno brasileiro, existe em toda parte, como movimento e organização. Lá mesmo na Costa Verde, as pessoas se uniram para recolher e distribuir donativos. Mas não é disso que estou falando; falo desses impulsos  isolados que se transformam em pequenos atos de heroísmo: alguém que está passando e salta perigosamente num rio revolto para retirar um náufrago ou que se arrisca a entrar num prédio em chamas para salvar quem nem conhece.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Não sei quais são as razões, mas não tenho dúvida de que são vitórias do bem num mundo em que a gente tende a acreditar que quem venceu foi o mal.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Nessa confusão toda em que ministros ameaçam se demitir com medo da verdade (e não se está propondo revanchismo nem revogação de lei), vale a pena ouvir Cecília Coimbra, do Tortura Nunca Mais: "[os militares] deveriam ser os primeiros a esclarecer tudo." E Cezar Britto, presidente da OAB: "Um país que se acovarda diante de sua própria história não pode ser levado a sério." Como se sabe, anistia e amnésia têm a mesma raiz, mas uma significa perdão e a outra, esquecimento. Perdoar, sim, esquecer, jamais.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6367042774812083273?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6367042774812083273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/voluntarios-da-patria-por-zuenir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6367042774812083273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6367042774812083273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2010/01/voluntarios-da-patria-por-zuenir.html' title='&quot;Voluntários da pátria.&quot; [por Zuenir Ventura]'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2816888554654843148</id><published>2009-12-05T05:28:00.001-08:00</published><updated>2009-12-05T05:28:55.998-08:00</updated><title type='text'>TST altera Súmula 277.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;BLOCKQUOTE style="PADDING-LEFT: 5px; MARGIN-LEFT: 5px; BORDER-LEFT: rgb(16,16,255) 2px solid"&gt; &lt;DIV id=yiv209609969 align=right&gt; &lt;DIV class=gmail_quote style="FONT-FAMILY: verdana, sans-serif"&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV class=gmail_quote&gt; &lt;DIV dir=ltr&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV align=center&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O Tribunal Superior do Trabalho aprovou alterações na Súmula 277, sobre repercussão de sentença normativa, convenção ou acordo coletivos nos contratos de trabalho. A Súmula passará a ter a seguinte redação: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"SENTENÇA NORMATIVA, CONVENÇÃO OU ACORDO COLETIVOS. VIGÊNCIA. REPERCUSSÃO NOS CONTRATOS DE TRABALHO. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;I – As condições de trabalho alcançadas por força de sentença normativa, convenção ou acordo coletivos vigoram no prazo assinado, não integrando, de forma definitiva, os contratos individuais de trabalho. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;II – Ressalva-se da regra enunciada no item I o período compreendido entre 23.12.1992 e 28.07.1995, em que vigorou a Lei nº 8.542, revogada pela Medida Provisória nº 1.709, convertida na Lei nº 10.192, de 14.02.2001."&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A matéria foi aprovada por maioria no Tribunal  Pleno.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/BLOCKQUOTE&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2816888554654843148?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2816888554654843148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/tst-altera-sumula-277.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2816888554654843148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2816888554654843148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/tst-altera-sumula-277.html' title='TST altera Súmula 277.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2796531373873440205</id><published>2009-12-04T08:05:00.001-08:00</published><updated>2009-12-04T08:05:51.473-08:00</updated><title type='text'>Presidente do CNJ grava vídeo sobre a Semana Nacional da Conciliação.</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" &gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font: inherit;"&gt;&lt;H2 class=contentheading&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes, gravou nesta quinta-feira (03/12) mensagem sobre a Semana Nacional da Conciliação. No vídeo, que será exibido a partir de segunda-feira (7/12) pelo You Tube e pela TV Justiça, o ministro fala sobre a importância da Semana. Ele agradece o empenho de todos os integrantes da Justiça brasileira e afirma que a conciliação evita o congestionamento nos tribunais. A quarta edição da Semana Nacional da Conciliação acontece dos dias 7 a 11 de dezembro em todo o país.&lt;/FONT&gt;&lt;/H2&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;Na mensagem, o ministro Gilmar Mendes revela que, em 2008, a terceira edição da Semana Nacional da Conciliação promoveu 306 mil audiências conciliatórias e contou com a participação de 56 tribunais. No vídeo, Gilmar Mendes ressalta que a Semana da Conciliação "trata-se de medida que concretiza maior celeridade do Judiciário e maior efetividade no acesso à Justiça". Realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com a participação de todos os tribunais do país, a Semana visa reduzir as demandas judiciais, por meio de acordos conciliatórios. Este ano, a semana tem como tema o slogan: "Com a conciliação todo mundo ganha. Ganha o cidadão. Ganha a Justiça. Ganha o País".&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;A Semana faz parte do Projeto Conciliar é Legal e, a cada ano, vem obtendo maior adesão e melhores resultados. Em 2006 foram realizados 46.493 acordos; no ano seguinte foram 96.492 e em 2008, foram obtidos 130.848 acordos de conciliação em todo o Brasil. Neste ano a expectativa é de um resultado ainda maior graças as parcerias e convênios firmados entre o CNJ e várias instituições, a exemplo de prefeituras, bancos, empresas de telefonia e instituições como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), entre outras.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt;w. by. José Inácio de Freitas Filho - Advogado.&lt;/FONT&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face="garamond, new york, times, serif" size=4&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;         &lt;hr size=1&gt;Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/"&gt;Top 10&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/celebridades/"&gt;Celebridades&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/"&gt;Música&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2796531373873440205?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2796531373873440205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/presidente-do-cnj-grava-video-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2796531373873440205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2796531373873440205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/presidente-do-cnj-grava-video-sobre.html' title='Presidente do CNJ grava vídeo sobre a Semana Nacional da Conciliação.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4769208864403946133</id><published>2009-12-03T08:44:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T08:47:12.832-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Superior Tribunal de Justiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BDJur-Biblioteca Digital Jurídica'/><title type='text'>Moralidade administrativa na BDJur.</title><content type='html'>BDJur é a biblioteca jurídica eletrônica do Superior Tribunal de Justiça e é disponibilizada gratuita e livremente.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/advanced-search"&gt;Aproveitemos&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4769208864403946133?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4769208864403946133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/moralidade-administrativa-na-bdjur.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4769208864403946133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4769208864403946133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/moralidade-administrativa-na-bdjur.html' title='Moralidade administrativa na BDJur.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-3383823823071642124</id><published>2009-12-03T08:40:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T08:42:45.834-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conselho Nacional de Justiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Semana da Conciliação'/><title type='text'>Conciliar é melhor: nova Semana da Conciliação - CNJ.</title><content type='html'>Como diz o meu velho pai:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Uma razoável acomodação é melhor do que uma longa questão."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por "acomodação" entendamos "acordo"...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cnj.jus.br//index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=9522:semana-nacional-da-conciliacao-promove-acordos-em-todo-o-pais-a-partir-de-segunda-feira&amp;catid=1:notas&amp;Itemid=169"&gt;Confira&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-3383823823071642124?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/3383823823071642124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/conciliar-e-melhor-nova-semana-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3383823823071642124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/3383823823071642124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/conciliar-e-melhor-nova-semana-da.html' title='Conciliar é melhor: nova Semana da Conciliação - CNJ.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4062272107765008786</id><published>2009-12-03T08:36:00.001-08:00</published><updated>2009-12-03T08:38:40.506-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Defensoria Pública'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Execução Penal'/><title type='text'>Uma a pena humaniza o preso.</title><content type='html'>E evita que ele se torne ainda pior, no ambiente carcerário.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=18624"&gt;Confira&lt;/a&gt; a inovação legislativa que dá maaior autonomia à defensoria pública, para a fase de execução da sentença penal condenatória.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4062272107765008786?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4062272107765008786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/uma-pena-humaniza-o-preso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4062272107765008786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4062272107765008786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/uma-pena-humaniza-o-preso.html' title='Uma a pena humaniza o preso.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-327417994949318557</id><published>2009-12-03T08:27:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T08:32:23.757-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projeto de novo Código de Processo Civil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supremo Tribunal Federal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito Processual Civil'/><title type='text'>Projeto do novo Código de Processo Civil irá ao STF, para análise prévia de constitucionalidade.</title><content type='html'>E já há pontos complexos e estranhos, como a pretensão de redução de todos os recursos para apenas &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-dez-03/fux-supremo-controle-constitucionalidade-cpc"&gt;um, por instância&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha dúvida principal é relativa às decisões liminares e sua reversibilidade, em caso de perigo de dano irreparável, por exemplo. Este é um ponto de mais do que difícil solução - se é que há uma que seja constitucional, além de lógica e justa...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-327417994949318557?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/327417994949318557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/projeto-do-novo-codigo-de-processo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/327417994949318557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/327417994949318557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/projeto-do-novo-codigo-de-processo.html' title='Projeto do novo Código de Processo Civil irá ao STF, para análise prévia de constitucionalidade.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6824346242452270213</id><published>2009-12-01T09:42:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T09:44:23.868-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='José Eduardo Arruda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polícia Federal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mensalão de Brasília'/><title type='text'>A podridão em Brasília beira o inacreditável...</title><content type='html'>Ou &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1399007-5601,00.html"&gt;não&lt;/a&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6824346242452270213?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6824346242452270213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/podridao-em-brasilia-beira-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6824346242452270213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6824346242452270213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/podridao-em-brasilia-beira-o.html' title='A podridão em Brasília beira o inacreditável...'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2348177998272265589</id><published>2009-12-01T09:37:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T09:41:33.530-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação Direta de Inconstitucionalidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Processo Constitucional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supremo Tribunal Federal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito Constitucional'/><title type='text'>Novidade no STF: aplicado rito antecipado a ADI.</title><content type='html'>Vale a pena ler:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Rito abreviado&lt;br /&gt;Descrição do Verbete: Previsto no artigo 12 da Lei 9.868/99 (Lei das ADIs), o dispositivo permite que, em face da relevância da matéria e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica, o relator de uma ação direta de inconstitucionalidade submeta o processo diretamente ao Plenário do Tribunal, que terá a faculdade de julgar definitivamente a ação, após a prestação das informações, no prazo de dez dias, e a manifestação do Advogado-Geral da União e do Procurador-Geral da República, sucessivamente, no prazo de cinco dias cada. Nesse caso, a liminar não é analisada, sendo julgado diretamento o mérito da ação. &lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2348177998272265589?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2348177998272265589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/novidade-no-stf-aplicado-rito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2348177998272265589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2348177998272265589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/novidade-no-stf-aplicado-rito.html' title='Novidade no STF: aplicado rito antecipado a ADI.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4343499625989266181</id><published>2009-12-01T09:21:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T09:29:46.101-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conselho Nacional de Justiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supremo Tribunal Federal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Youtube'/><title type='text'>Veja STF e CNJ no youtube.</title><content type='html'>Suprema corte judicial brasileira torna-se a primeira corte constitucional a ter &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=114063"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;canal de vídeos&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;, no youtube.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4343499625989266181?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4343499625989266181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/veja-stf-e-cnj-no-youtube.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4343499625989266181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4343499625989266181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/12/veja-stf-e-cnj-no-youtube.html' title='Veja STF e CNJ no youtube.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-5787961803072284271</id><published>2009-11-28T06:41:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T06:49:32.636-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Constituição da República Federativa do Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PEC 341-2009'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito Constitucional'/><title type='text'>Ataques à Constituição Federal: mais um [PEC 341-2009].</title><content type='html'>Caríssimos[as], quem quiser ler um ótimo texto sobre os ataques contra a nossa já sofrida e ferida Constituição Federal &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-28/pec-3412009-marcada-delirante-autoritarismo"&gt;confira aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo - publicado no Consultor Jurídico - faz um excelente resumo de todas as forças [e as razões e motivos que as animam] que querem enfraquecer o texto constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, também, uma ótima análise de algumas "verdades e mentiras" sobre a Constituição dos EUA, que mostram que tal texto é superestimado e desconhecido, pelos pseudo-sábios do Brasil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale muito a leitura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-5787961803072284271?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/5787961803072284271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/ataques-constituicao-federal-mais-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5787961803072284271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/5787961803072284271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/ataques-constituicao-federal-mais-um.html' title='Ataques à Constituição Federal: mais um [PEC 341-2009].'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-4585135719288103286</id><published>2009-11-28T06:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T06:36:33.264-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ministério Público Federal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agência Nacional de Transportes Terrestres-ANTT'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Idosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Passe livre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação Civil Pública'/><title type='text'>"Meio-direito": passe livre dos idosos não os isenta de taxa de embarque...</title><content type='html'>Só no Brasil, mesmo: a Agência Nacional de Transportes Terrestres estabeleu - por resolução [sempre elas...] - que o direito dos idosos à gratuidade em viagens interestaduais não os isenta das taxas de embarque, pedágio etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, o Ministério Público - graças a Deus - pensou diferente e &lt;a href="http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/geral/mpf-em-caxias-do-sul-quer-isencao-de-taxas-para-idosos-com-direito-a-passe-livre-nas-viagens-interestaduais"&gt;ingressou com ação civil pública&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ver aonde vai dar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-4585135719288103286?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/4585135719288103286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/meio-direito-passe-livre-dos-idosos-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4585135719288103286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/4585135719288103286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/meio-direito-passe-livre-dos-idosos-nao.html' title='&quot;Meio-direito&quot;: passe livre dos idosos não os isenta de taxa de embarque...'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-6842174052951324667</id><published>2009-11-27T08:55:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T08:59:14.733-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supremo Tribunal Federal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Súmulas Vinculantes'/><title type='text'>Súmulas do STF: nem sempre não simples...</title><content type='html'>Prova disto, a recente Súmula Vinculante n.º 20:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa – GDATA, instituída pela Lei nº 10.404/2002, deve ser deferida aos inativos nos valores correspondentes a 37,5 (trinta e sete vírgula cinco) pontos no período de fevereiro a maio de 2002 e, nos termos do artigo 5º, parágrafo único, da Lei nº 10.404/2002, no período de junho de 2002 até a conclusão dos efeitos do último ciclo de avaliação a que se refere o artigo 1º da Medida Provisória no 198/2004, a partir da qual passa a ser de 60 (sessenta) pontos.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a boa &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-27/sumula-vinculante-20-stf-nao-clara-prazo-validade"&gt;explicação do site Conjur&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Até mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-6842174052951324667?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/6842174052951324667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/sumulas-do-stf-nem-sempre-nao-simples.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6842174052951324667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/6842174052951324667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/sumulas-do-stf-nem-sempre-nao-simples.html' title='Súmulas do STF: nem sempre não simples...'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5993426684846074356.post-2228981487946438776</id><published>2009-11-26T07:24:00.000-08:00</published><updated>2009-11-26T07:30:28.832-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conselho Nacional de Justiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tribunal Regional do Trabalho - 8.ª Região'/><title type='text'>Tecnologia salva a Justiça de sua lentidão secular.</title><content type='html'>Tribunal Regional do Trabalho - 8.ª REgião - inaugura &lt;a href="http://www.cnj.jus.br//index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=9448:nesta-quarta-feira-trt8-inaugura-sustentacao-oral-por-videoconferencia-em-santarem&amp;catid=1:notas&amp;Itemid=169"&gt;sustentação oral por vídeo-conferência&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A esperança de todos é que o caminho da tecnologia seja sem volta, na Justiça brasileira...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5993426684846074356-2228981487946438776?l=suprassumos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suprassumos.blogspot.com/feeds/2228981487946438776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/tecnologia-salva-justica-de-sua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2228981487946438776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5993426684846074356/posts/default/2228981487946438776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suprassumos.blogspot.com/2009/11/tecnologia-salva-justica-de-sua.html' title='Tecnologia salva a Justiça de sua lentidão secular.'/><author><name>José Inácio de Freitas Filho {Advogado e escritor.}</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06640590821943811230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
